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Recife oferta mamografias gratuitas em maio para prevenção do câncer de mama

Iniciativa marca a comemoração do Dia das Mães, celebrado nacionalmente no dia 12, segundo domingo do mês
Mulher negra fazendo o exame de mamografia, exame essencial na detecção precoce do câncer de mama. A cidade de Recife oferece 2.240 mamografias gratuitas durante o mês de maio para mulheres e homens trans.

Mulher negra fazendo o exame de mamografia, exame essencial na detecção precoce do câncer de mama. A cidade de Recife oferece 2.240 mamografias gratuitas durante o mês de maio para mulheres e homens trans.

— Reprodução

5 de maio de 2024

Para promover a conscientização sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama, a Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Saúde (Sesau), disponibilizará 2.240 mamografias gratuitas e sem necessidade de agendamento durante o mês de maio. 

O serviço será realizado pelo Mamógrafo Móvel, que fará paradas em 28 pontos estratégicos distribuídos pelos oito Distritos Sanitários da cidade. A programação está disponível no site da gestão municipal. Destinado a mulheres e homens trans entre 50 e 69 anos que residem no Recife, o horário de atendimento será das 8h às 12h e das 13h às 17h.

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A iniciativa pretende levar o serviço para comunidades e locais de grande circulação, inclusive aos sábados, em unidades de saúde, terreiros, fábricas, ONGs, mercados, clubes, escolas e Compaz.

Cada localidade oferecerá 80 vagas, divididas igualmente entre manhã e tarde. No dia do exame, é necessário apresentar documento de identificação, cartão do SUS, CPF e comprovante de residência. Durante a realização da mamografia, o uso de máscara é obrigatório.

Os resultados estarão disponíveis em até 30 dias na unidade de saúde que recebeu a ação ou na mais próxima, caso os atendimentos tenham sido descentralizados. Mulheres fora da faixa etária prioritária devem ser encaminhadas por um profissional da Atenção Básica para agendar a mamografia.

A mamografia é um exame essencial na detecção precoce do câncer de mama, sendo o único cuja eficácia na redução da mortalidade foi comprovada em programas de rastreamento, conforme informações do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Recomenda-se que mulheres de 50 a 69 anos realizem o procedimento a cada dois anos.

Mulheres negras são mais vulneráveis ao câncer de mama

Um estudo realizado no Programa de Pós-graduação em Saúde Pública da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), revelou que a sobrevida de mulheres negras em casos de câncer de mama é até 10% menor do que entre as mulheres brancas.

O estudo foi baseado em um gráfico produzido com os dados de sobrevida de mulheres nos cinco anos após o início do tratamento, onde mostra que as de cor de pele preta morrem mais rápido do que as de pele branca.

Outro fator que expõe a vulnerabilidade das mulheres negras à doença é a falta de diagnóstico. Outro estudo, do Centro de Estudos e Dados sobre Desigualdades Raciais (CEDRA), aponta que mulheres negras entre de 50 e 69 anos de idade que nunca realizaram mamografia na vida em comparação a mulheres brancas, sendo 15.070 mulheres negras e 9.629 brancas.

Prevenção e diagnóstico

É essencial estar atento às características naturais das mamas no cotidiano para detectar possíveis alterações suspeitas. Sinais como a presença de um nódulo (caroço) fixo, geralmente indolor; mudanças na coloração da pele da mama, semelhantes a manchas avermelhadas ou com aspecto semelhante à casca de laranja; alterações no mamilo; secreção espontânea de líquido de um dos mamilos; e pequenos nódulos no pescoço ou nas axilas devem ser observados com cuidado. 


Além da realização regular do exame clínico e da mamografia, adotar hábitos saudáveis, como manter o peso adequado, praticar atividade física, evitar o consumo de bebidas alcoólicas e, sempre que possível, amamentar, pode contribuir para diminuir o risco de desenvolver a doença.

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  • Giovanne Ramos

    Jornalista multimídia formado pela UNESP. Atua com gestão e produção de conteúdos para redes sociais. Enxerga na comunicação um papel emancipatório quando exercida com responsabilidade, criticidade, paixão e representatividade.

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