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Escola afro-brasileira Maria Felipa abre unidade no Rio de Janeiro

Instituição referência em ensino decolonial e com foco em educação antirracista chega ao subúrbio carioca com capacidade para 300 alunos
Fachada da nova unidade da Escola afro-brasileira Maria Felipa, que será inaugurada em Vila Isabel, no Rio de Janeiro.

Fachada da nova unidade da Escola afro-brasileira Maria Felipa, que será inaugurada em Vila Isabel, no Rio de Janeiro.

— Divulgação

18 de outubro de 2024

A Escola Afro-brasileira Maria Felipa, primeira instituição de educação infantil afro-brasileira cadastrada no Ministério da Educação (MEC), expandiu sua atuação para o Rio de Janeiro. Localizada atualmente no bairro do Garcia, em Salvador, a escola abrirá uma nova unidade em Vila Isabel, na capital fluminense, com capacidade para mais de 300 estudantes. A inauguração ocorrerá no sábado (19) junto a um mutirão de matrículas, que já conta com cerca de 600 pré-inscritos.

Fundada em 2017 pela professora Bárbara Carine, a instituição Maria Felipa foi criada durante o processo de adoção de sua filha, uma criança negra, e tem como foco um ensino afro-referenciado, decolonial e trilíngue (português, inglês e libras). A empresária e dançarina Maju Passos se juntou ao projeto como sócia, e agora, a atriz Leandra Leal integra a equipe na unidade do Rio de Janeiro. A escola busca promover uma educação que valoriza a ancestralidade africana e a diversidade, em oposição aos modelos eurocêntricos tradicionais.

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Para Bárbara Carine, a expansão para o Rio de Janeiro é um passo importante na nacionalização do projeto. “Levarmos a Escola para uma cidade onde mais da metade da população é negra contribui para a luta antirracista e para a construção de um projeto educacional mais equitativo”, destacou. 

Ela ressaltou a grande procura na nova unidade, que já superou as expectativas iniciais. “Esperamos que o sucesso no Rio se reflita também em Salvador, onde temos enfrentado desafios com o número de matrículas”.

Apesar do reconhecimento e prêmios conquistados, como o Prêmio Educar com Equidade Racial e de Gênero (2022) e o World’s Best School Prizes (2022), Maju Passos lembra que a escola ainda não atinge sua capacidade total de alunos em Salvador. Atualmente, a unidade baiana opera com menos de 80% de sua capacidade.

A metodologia da Escola Maria Felipa inclui turmas nomeadas em homenagem a reinos e impérios africanos, como os impérios Inca, Ashanti e o Reino de Mali, que norteiam os estudos dos alunos. 
Entre suas iniciativas estão a “Afrotech”, feira de ciência africana e afrodiáspórica, e a “Mariscada”, mostra artístico-cultural decolonial. Além da educação infantil, a escola oferece formações pedagógicas voltadas para as relações étnico-raciais e consultorias para setores públicos e privados com o objetivo de combater o racismo.

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  • Giovanne Ramos

    Jornalista multimídia formado pela UNESP. Atua com gestão e produção de conteúdos para redes sociais. Enxerga na comunicação um papel emancipatório quando exercida com responsabilidade, criticidade, paixão e representatividade.

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