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Coletivo Carolina de Jesus e Alma Preta debatem democratização da mídia

5 de dezembro de 2016

Texto: Pedro Borges / Edição de Imagem: Pedro Borges

Evento marca o lançamento da campanha de assinaturas do Alma Preta e do livro “Muzimba na humildade sem maldade”, do poeta Akins Kintê

No dia 8 de Dezembro, quinta-feira, no prédio do IFCS-UFRJ, Largo São Francisco Vicente de Paula, acontece o seminário: Democratização da Mídia como Direito Preto. A atividade é organizada pelo Coletivo Negro Carolina de Jesus e o Alma Preta, portal de mídia negra.

A partir das 14h, Pedro Borges, jornalista e co-fundador do Alma Preta, ministra diálogo sobre “O jornalismo enquanto ferramenta de genocídio do povo negro”. Às 17h, Giovana Xavier, professora da UFRJ, coordena uma reflexão sobre o histórico e a importância da imprensa negra no país.

O lançamento da campanha de assinaturas e loja virtual do Alma Preta tem início às 19h, com o debate: democratização da mídia como um direito preto. Luciana Barreto, repórter da TV Brasil, Pedro Borges, co-fundador do Alma Preta, e Gabriele Roza, integrante do coletivo Nuvem Negra, compõem a mesa.

Vinicius de Almeida, também co-fundador do Alma Preta, destaca a importância de negras e negros discutirem o campo da comunicação. “A democracia exige a pluralidade de opiniões e olhares. O jornalismo, como peça de extrema importância para o ambiente democrático, precisa refletir a diversidade da sociedade brasileira”.

O encerramento do encontro está marcado para as 20h, com a divulgação do livro “Muzimba na humildade sem maldade”, do poeta paulistano Akins Kintê. Para ele, é uma satisfação imensa participar da atividade e apresentar o livro à comunidade preta carioca. “Lançar a segunda edição no Rio de Janeiro vai ser um grande prazer. A cidade tem tudo a ver com o nosso trabalho. Tem irmãs e irmãos que articulam um movimento de resistência e existência muito importante. Colar com o Coletivo Carolina de Jesus e o Alma Preta, que está há cada dia mais junto, vai ser um momento único”.

Durante todo o dia, em paralelo às atividades, ocorre o Brechó das Bititas. O objetivo das vendas é o de arrecadar fundos para o projeto Psicopretas da Associação de Mulheres de Ação e Reação.

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