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Conferência discute crise climática com comunidades periféricas no Pará

Segunda edição do evento busca empoderar as comunidades periféricas nos debates climáticos
Imagem de duas pessoas caminhando em uma trilha, no Pará

Foto: Pedro Borges / Alma Preta Jornalismo

15 de março de 2024

Começa nesta sexta-feira (15), em Belém (PA), a II Conferência das Baixadas, evento que discute a temática ambiental nos territórios periféricos da capital paraense.

Com o lema “as periferias amazônicas no centro do debate climático”, a discussão tem a intenção de aproximar a realidade das periferias à cúpulas de debates sobre a crise climática.

A conferência ocorre gratuitamente e de modo online nos dias 15 e 16 de março, com transmissão pelo YouTube. No dia 17 de março acontecerá um encontro presencial na Escola Bosque, na Iha de Caratateua, no distrito de Outeiro (PA). 

Na edição deste ano, o tema aborda o Acordo de Escazú, primeiro tratado ambiental da América Latina e do Caribe. Os eixos temáticos tratarão o Direito à informação e acesso; a defesa do meio ambiente e seus defensores e a democracia e participação popular.

Para a representante institucional da COP, Waleska Queiroz, os temas do acordo de Escazú são essenciais para “empoderar as comunidades periféricas de Belém, proporcionando-lhes meios para protegerem seus direitos ambientais”.

“Isso se conecta com as realidades das comunidades periféricas de Belém, onde frequentemente enfrentam desafios ambientais, como poluição, desmatamento e falta de acesso a recursos naturais. A implementação efetiva do Acordo de Escazú pode ajudar a garantir que essas comunidades tenham voz e recursos para lidar com tais questões”, afirma Waleska, em nota à imprensa.

A Alma Preta está entre os representantes da Conferência, com participação da diretora Elaine Silva. A Funbosque, a Prefeitura de Belém, a Open Society Foundation, a Avina, a WWF Brasil e o Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).

  • Verônica Serpa

    Graduanda de Jornalismo pela UNESP e caiçara do litoral norte de SP. Acredito na comunicação como forma de emancipação para populações tradicionais e marginalizadas. Apaixonada por fotografia, gastronomia e hip-hop.

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