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Exposição mostra depredação e reconstrução dos Palácios após ataques de 8 de janeiro

Peças ainda destruídas compõem a exposição para que os ataques não sejam esquecidos
Imagem mostra o livro da Constituição Federal de 1988 com resquícios de chamas na capa.

Foto: Manoela Alcântara

9 de janeiro de 2024

Inaugurada hoje (9) pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a exposição “Após 8 de janeiro: reconstrução, memória e democracia” apresenta imagens da depredação e do processo de recuperação de imóveis e objetos destruídos durante os ataques às sedes dos três Poderes, em Brasília. A mostra fica aberta ao público das 13h às 17h, no térreo do edifício-sede do Supremo.

A exposição inclui “pontos de memória”, que expõe itens danificados e fragmentos da violência em lugares com grande circulação de visitantes. Em nota à imprensa, o STF informou que o objetivo dessas peças é garantir que o ataque não seja esquecido, tampouco se repita. 

De acordo com a Agência Brasil, o presidente do Supremo, Luís Roberto Barroso, destacou a importância de manter viva a memória do 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), descontentes com o resultado da eleição que definiu Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como novo governante, invadiram e depredaram prédios e obras.

Entre as peças que puderam ser restauradas estão o Brasão da República, a escultura em bronze “A Justiça”, de Alfredo Ceschiatti e o quadro “Os Bandeirantes de Ontem e de Hoje”, do artista plástico Massanori Uragami, artigos simbólicos do acervo. Outros 106 itens históricos como esculturas e móveis foram perdidos e não podem ser reparados nem repostos.

  • Patricia Santos

    Jornalista, poeta, fotógrafa e vídeomaker. Moradora do Jardim São Luis, zona sul de São Paulo, apaixonada por conversas sobre territórios, arte periférica e séries investigativas.

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