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Coletivo revisita locais históricos para a comunidade negra em São Paulo

7 de agosto de 2018

A atividade é aberta e contará com contribuição voluntária dos participantes. O objetivo é ressaltar a memória negra na cidade

Texto e imagem / Divulgação

No dia 11 de agosto, às 15h, será realizada a Volta Negra, uma caminhada guiada por espaços importantes para a comunidade negra que são apagados da narrativa oficial da cidade de São Paulo.

O encontro será facilitado pelos participantes do coletivo Cartografia Negra, que têm estudado há um ano de forma voluntária a história desses lugares a partir de referências bibliográficas, audiovisuais, visitas ao acervo municipal de São Paulo, logradouros históricos, como o Sítio da Ressaca, dentre outros espaços.

No centro da grande metrópole, a comunidade negra vivenciou atrocidades no Pelourinho e na Forca, por exemplo, e criou também locais de resistência. Esses espaços, porém, não são demarcados e sua história não é conhecida pela maior parte da nossa população.

A caminhada acontecerá por pontos da cidade como a Praça da Liberdade, a estação Anhangabaú de Metrô e a Praça Antônio Prado. Até o século XIX, esses locais sediavam, respectivamente, a Forca, o Mercado de Escravos e a Igreja da Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos.

Para contar um pouco mais dessas e outras histórias, resgatando referências biográficas, bibliográficas, mapas e fotos antigas, o Coletivo Cartografia Negra realiza a caminhada aberta. Para quem puder, é sugerida contribuição voluntária.

A Volta Negra também pode ser realizada com estudantes do Ensino Médio ou grupos fechados. Interessados podem entrar em contato pelo endereço [email protected].

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