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Polícia do Rio suspeita que menino desaparecido sofreu afogamento; família discorda

Após cinco dias de buscas, a família ainda não tem pistas da criança e não acredita em afogamento; entenda o caso
Imagem mostra o menino Edson Davi, de seis anos sentado em um balanço, sorrindo.

Foto: Reprodução/Redes sociais

9 de janeiro de 2024

A Polícia Civil do Rio de Janeiro suspeita que o menino de seis anos que está desaparecido desde o dia 4 de janeiro pode ter sido vítima de afogamento. Edson Davi da Silva Almeida desapareceu na praia da Barra da Tijuca enquanto brincava na areia.

Edson dos Santos Almeida, pai da criança, que tem uma barraca na praia onde o menino foi visto pela última vez,  informou em entrevista à CNN que não acredita na hipótese de afogamento, já que o menino não gosta de água e que sempre brinca na areia, sozinho ou com outras crianças. 

A Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) informou que o menino foi visto no mar por três vezes enquanto jogava bola com outra criança na tarde que sumiu. Uma testemunha disse ainda que Davi teria pedido uma prancha emprestada para entrar na água, mas o pedido não foi atendido porque o mar estava agitado. 

Imagens da câmera de monitoramento mostram o menino sozinho no calçadão da orla. Em outro momento, um homem identificado como alguém que trabalha na região e conhecido da família conversa como a criança por alguns instantes e os dois  voltam para areia. Depois disso, Davi não foi mais visto

Desaparecimento de crianças no Brasil

Um artigo publicado pelo instituto Nato Safe, com base no Sistema Nacional de Localização e Identificação de Desaparecidos (Sinalid), mostrou que cerca de 40 mil crianças desaparecem por ano no Brasil, 35% dos desaparecidos têm entre 0 e 17 anos. 

Desde 2005 a Lei 11.259, conhecida como “Lei da Busca Imediata” determina que as investigações em caso de desaparecimento de crianças e adolescentes sejam feitas o mais rápido possível, já que, segundo o Conselho Regional de Medicina do Estado de Minas Gerais, essas primeiras horas são essenciais para localização de paradeiro.

  • Patricia Santos

    Jornalista, poeta, fotógrafa e vídeomaker. Moradora do Jardim São Luis, zona sul de São Paulo, apaixonada por conversas sobre territórios, arte periférica e séries investigativas.

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