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Seis em cada 10 indígenas Yanomami testam positivo para malária em Roraima

Na região, cerca de 19 mil casos foram registrados de janeiro a julho deste ano; Sesai intensifica as ações de controle enquanto não há vacina disponível
Imagem mostra indígenas da etnia Yanomami.

Imagem mostra indígenas da etnia Yanomami.

— Agência Brasil

9 de setembro de 2024

Nos primeiros sete meses deste ano, foram registrados mais de 33 mil casos de malária entre indígenas do Brasil, o que representa um aumento de 12% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Este é o maior índice de infecções na última década. As informações são da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), do Ministério da Saúde.

Os dados apontam que a situação mais crítica se encontra no território Yanomami, especificamente em Roraima, local em que quase 19 mil casos de malária foram diagnosticados entre janeiro e julho. O resultado quer dizer que a cada dez indígenas da região, seis testaram positivo para a doença. Mais da metade dos casos de malária registrados afetam crianças e adolescentes.

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O povo Yanomami tem maior contato com o mundo exterior do que outras etnias, sendo vítimas frequentes dos impactos do garimpo ilegal em suas terras. Além disso, a atual seca severa tem reduzido o nível dos rios, dificultando o acesso das equipes de saúde a algumas comunidades por meio de barcos. Essa situação também resulta na formação de lagoas de água parada, que se tornam locais propícios para a reprodução do mosquito transmissor da malária.

Com o aumento de casos de malária, pesquisadores brasileiros buscam elaborar a vacina. Contudo, ainda não há uma previsão de quando essa vacina estará disponível para a população. A Sesai afirma que dobrou as quantidades de testes e tem intensificado as ações de controle nas regiões mais afetadas.

Texto com informações da solicitação de Lei de Acesso à Informação (LAI), realizado pelo Jornal Metrópoles. 

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  • Caroline Nunes

    Jornalista, pós-graduada em Linguística, com MBA em Comunicação e Marketing. Candomblecista, membro da diretoria de ONG que protege mulheres caiçaras, escreve sobre violência de gênero, religiões de matriz africana e comportamento.

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