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RJ: escola de arte e tecnologia oferece curso gratuito para jovens periféricos

A iniciativa inclui material didático, refeições diárias e bolsa-auxílio no valor de R$ 400
Imagem mostra um jovem estudante durante oficina de vídeo, edição e tecnologia audiovisual.

Foto: Reprodução / Spectaculu

30 de janeiro de 2024

A “Spectaculu – Escola de Arte e Tecnologia” está com inscrições abertas em oito cursos gratuitos para jovens moradores das periferias do Rio de Janeiro. As inscrições para o processo seletivo vão até 1 de março e as aulas têm previsão de início para 15 de abril.

Fundada em 1999 no Cais do Porto do Rio, a organização sem fins lucrativos oferece formação e inserção profissional na indústria do entretenimento para jovens de 17 a 21 anos da rede pública de ensino e moradores de áreas de vulnerabilidade social da região metropolitana.

A iniciativa contempla 130 vagas para cursos de ponta nas áreas técnicas do mundo dos espetáculos, como adereços de cena, beleza, contrarregragem e camarim, iluminação cênica, mídias sociais, montagem de cenários, tratamento de imagem & fotografia digital, vídeo, edição e tecnologia audiovisual.

As aulas estão previstas para ocorrer de segunda a sexta-feira, das 14h às 17h30. A escola oferece material didático, uniforme, duas refeições diárias (almoço e lanche) e uma bolsa-auxílio mensal no valor de R$ 400.

Além dos cursos técnicos, todos os alunos recebem formação complementar nas áreas de cidadania, direitos, criatividade, história da arte e expressão oral/escrita, ferramentas consideradas cruciais para a inserção no mercado de trabalho.

Para se candidatar a uma vaga nos cursos, os inscritos precisam ter entre 17 e 21 anos, morar em bairros ou comunidades das periferias do Rio de Janeiro, Baixada Fluminense, São Gonçalo e arredores, além de estudar ou já ter concluído o Ensino Médio na rede pública.

Para mais informações sobre o projeto e as inscrições, acesse aqui o site oficial da escola.

  • Mariane Barbosa

    Curiosa por vocação, é movida pela paixão por música, fotografia e diferentes culturas. Já trabalhou com esporte, tecnologia e América Latina, tema em que descobriu o poder da comunicação como ferramenta de defesa dos direitos humanos, princípio que leva em seu jornalismo antirracista e LGBTQIA+.

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