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Série preta e periférica tem estreia marcada para o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+

Dividida em cinco episódios, a série é o novo projeto de Kelson Succi, artista premiado no Grand Prix no Cannes Lions 2019 pela obra “Bluesman”. Temas como amor moderno, afirmativo e afrofuturista serão postos pela trama para reflexão no próximo segunda-feira (28)

Texto: Redação I Edição: Lenne Ferreira I Imagem: Divulgação

Série preta e periférica tem estreia marcada para o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+

25 de junho de 2021

Dividida em cinco episódios que serão lançados semanalmente, sempre às segundas, “Amor Natural” é a primeira obra audiovisual do selo “Cuidado com Neguin”, idealizada por Kelson Succi – artista premiado no Grand Prix no Cannes Lions 2019 pela obra “Bluesman”, projeto do rapper baiano Baco Exú do Blues – e pelo ator, cantor e produtor Vinícius Teixeira.  

“Amor Natural” retrata a história de amor moderno e afrofuturista vivida entre os protagonistas Andrei (Succi), Guilherme (Teixeira) e Maria Júlia (interpretada pela atriz, roteirista e influenciadora digital Érica Ribeiro). Andrei e Guilherme se conhecem num aplicativo de relacionamento gay. O que era para ser apenas uma casualidade se transforma em um encontro profundo repleto de identificações, poesia e afeto. Após se conhecerem, eles entendem que estão apaixonados. Porém, os dois precisam lidar com a realidade e com as diferenças entre seus mundos. Completando o time de protagonistas está Maria Julia, uma empresária ousada, cheia de coragem e sensibilidade que tem muito orgulho de onde veio e que trabalha com Andrei.

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A série, gravada no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, ainda evidencia temas como arte, violência, poesia, futebol, racismo e a efemeridade dos relacionamentos pela internet, Para os realizadores a obra propõe uma nova narrativa como entretenimento, que evidencia o olhar LGBTQIA+, preto e periférico de seus criadores.

“Em tempos em que ainda precisamos lutar para ver nossas histórias nas telas, “Amor Natural” se apropria da ficção para contar uma história real de amor que além de LGBTQIA+, preta e periférica, expõe as nossas visões desses temas e as mazelas que ainda enfrentamos como o racismo, o machismo, a homofobia e a transfobia, que atravessam as relações cotidianas e amorosas”, afirma Succi.

A obra tem patrocínio do Sesc Rio e promoveu um financiamento coletivo para a sua realização, que contou com 89 apoiadores. Toda a equipe de profissionais é formada por pessoas negras, trans e/ou LGBTQIA+. Para assistir, acesse o link.

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