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Caso Marielle: dono de ferro-velho é condenado por obstruir investigações

A vereadora Marielle Franco e seu motorista foram emboscados e executados a tiros após deixarem um evento noturno no Centro do Rio de Janeiro.

A vereadora Marielle Franco e seu motorista foram emboscados e executados a tiros após deixarem um evento noturno no Centro do Rio de Janeiro.

— Reprodução

1 de outubro de 2024

A Justiça do Rio de Janeiro condenou Edilson Barbosa dos Santos, conhecido como Orelha, a cinco anos de prisão e 17 dias-multa. Edilson é o dono do ferro-velho que destruiu o carro utilizado no duplo homicídio da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 14 de março de 2018. 

O homem foi preso em fevereiro deste ano após as investigações confirmarem as informações fornecidas na delação do ex-PM Élcio de Queiroz, que dirigia o veículo de onde Ronnie Lessa atirou contra as vítimas. O Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ)  denunciou Edilson em agosto de 2023 por obstrução de justiça..

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Segundo o Ministério Público, dois dias após o crime, no dia 16 de março, Ronnie Lessa e Elcio de Queiroz entregaram o carro ao denunciado em uma praça na zona norte do Rio, após ajuste com Maxwell Simões Correa, conhecido como Suel, também envolvido nos crimes.

Os promotores indicaram que o proprietário do ferro-velho obstruiu as investigações sobre infrações penais ligadas a uma organização criminosa, o que resultou em graves prejuízos à administração da Justiça e, consequentemente, à busca pela verdade.

“A destruição do carro embaraçou as investigações daqueles homicídios, impossibilitando a realização de perícia criminal no veículo e, assim, contribuindo para que os executores dos crimes somente se tornassem suspeitos de seu cometimento quase um ano após a ocorrência das infrações”, afirmou o juiz Renan de Freitas Ongaratto.

Na decisão, o magistrado também ressaltou que a destruição do veículo “contribuiu para que os suspeitos de serem os mandantes só se tornassem conhecidos neste ano de 2024, seis anos após as mortes.”

A promotora de Justiça Fabíola Tardin Costa, representante do Ministério Público durante toda a instrução criminal, destacou que a conduta praticada pelo réu não é incomum no mundo da milícia. Segundo ela, 90% das execuções em crimes premeditados pela milícia carioca são realizadas com este modus operandi.

Com informações da Agência Brasil

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  • Mariane Barbosa

    Curiosa por vocação, é movida pela paixão por música, fotografia e diferentes culturas. Já trabalhou com esporte, tecnologia e América Latina, tema em que descobriu o poder da comunicação como ferramenta de defesa dos direitos humanos, princípio que leva em seu jornalismo antirracista e LGBTQIA+.

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