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Primeira edição da Revista Encruza valoriza povos de terreiro e comunidades tradicionais

Publicação do Ministério da Igualdade Racial reúne conteúdos sobre racismo religioso e valorização de comunidades tradicionais
Celebração ao Dia de Iemanjá, na praia do Arpoador, no Rio de Janeiro, em 02 de fevereiro de 2024.

Celebração ao Dia de Iemanjá, na praia do Arpoador, no Rio de Janeiro, em 02 de fevereiro de 2024.

— Reprodução/ Fernando Frazão/Agência Brasil

31 de março de 2026

O Ministério da Igualdade Racial (MIR) lançou, na segunda-feira (30), a primeira edição da Revista Encruza, publicação voltada ao fortalecimento de povos de terreiro e de matriz africana. 

A iniciativa é uma parceria com a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e busca divulgar materiais de cunho cultural, de identidade e religioso das comunidades tradicionais. 

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O material tem como tema central o racismo religioso e as violências que ameaçam a existência dos povos de terreiro, reunindo entrevistas, artigos, perfis, resenhas e sugestões culturais para aprofundar o debate. 

Para o secretário de Políticas para Quilombolas, Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana, Povos de Terreiros e Ciganos (SQPT), Ronaldo Santos, a revista é uma importante ferramenta no enfrentamento ao racismo religioso.

Leia mais: Termo ‘intolerância religiosa’ mascara violência racista contra religiões de matriz africana

“[A revista] leva informação, memória e direitos para dentro das comunidades e para toda a sociedade. Esta publicação fortalece nossas políticas e amplia a compreensão sobre as violências que precisamos superar”, destacou em nota à imprensa.

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  • Verônica Serpa

    Formada em Jornalismo pela UNESP e caiçara do litoral norte de SP. Acredito na comunicação como forma de emancipação para populações tradicionais e marginalizadas. Apaixonada por fotografia, gastronomia e hip-hop.

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