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Museu da Cultura Hip-Hop gaúcho anuncia evento após retorno de atividades

Instituição também anunciou o resultado do edital "Vem Pro Museu"
Imagem mostra três visitantes do Museu da Cultura Hip Hop RS diante de uma vitrola antiga exposta no espaço.

Foto: Divulgação

29 de maio de 2024

O Museu da Cultura Hip-Hop RS anunciou o retorno das atividades após um longo período funcionando apenas como ponto de coleta e distribuição de doações nas últimas semanas, por conta das enchentes no Rio Grande do Sul. O espaço segue como endereço para doações.

Junto ao comunicado, a coordenação da instituição também anunciou o resultado do edital “Vem Pro Museu”, que havia sido adiado devido às chuvas. Prevista para 6 de maio, a lista dos nomes foi divulgada no sábado (25) através das redes oficiais do museu.

Nesta primeira chamada, foram selecionados 44 projetos através do edital de eventos, 50 artistas de estúdio musical, quatro projetos de esporte, 14 escritores pelo edital de escritores e escritoras, além das seis exposições através do edital de museologia.

O projeto propõe que a curadoria do primeiro acervo dedicado à cultura Hip-Hop na América Latina seja abastecida por projetos que não se encaixam nas normas dos editais durante todo o ano. Para isso, a iniciativa vai receber projetos de artistas, coletivos e instituições ligadas ao gênero.

O primeiro evento “Vem Pro Museu” ocorrerá neste sábado (1º). Entre as atrações confirmadas estão shows da banda Da Guedes, artistas selecionados através do edital, grafite ao vivo e batalha de rima com premiação de R$ 1.000,00 para o vencedor. 

A entrada é gratuita e os ingressos estão sendo distribuídos através do Sympla. A organização pede doações de alimentos e cobertores que serão distribuídos entre as entidades que vêm sendo atendidas pelo museu.

“Estamos vivendo um momento delicado, e a retomada de atividades é essencial para a vida de todos. Em tão pouco tempo, visto que acabamos de passar por uma pandemia, o setor da cultura sofre com mais uma adversidade sem precedentes. E o movimento hip-hop, mais uma vez, se estabelece como uma importante ferramenta para enfrentar adversidades“, explica Aretha Ramos, coordenadora administrativa do museu, em nota à imprensa.

“Esperamos que através dos nossos editais e eventos, tenhamos como oportunizar um palco de recomeço para tantos artistas, além de ser um espaço cultural democrático para os gaúchos”, conclui Ramos.

  • Mariane Barbosa

    Curiosa por vocação, é movida pela paixão por música, fotografia e diferentes culturas. Já trabalhou com esporte, tecnologia e América Latina, tema em que descobriu o poder da comunicação como ferramenta de defesa dos direitos humanos, princípio que leva em seu jornalismo antirracista e LGBTQIA+.

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