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Programa vai destinar R$ 1,4 milhão para fortalecer casas de acolhimento LGBTQIA+

Imagem mostra integrantes do Centro de Acolhimento Ezequias Rocha Rego, primeiro centro LGBTQIA+ de Alagoas.

Foto: Reprodução/Instagram

6 de maio de 2024

O programa “Acolher+”, iniciativa do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC),  selecionou 12 casas de acolhimento para pessoas LGBTQIA+ para apoiar com uma verba de R$ 1,4 milhão.

A iniciativa, em parceria com a Gerência Regional de Brasília da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), tem como objetivo investir no acolhimento de pessoas LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade em decorrência de discriminação por identidade de gênero, orientação sexual e/ou características sexuais. 

Dentre os projetos selecionados para o Acolher+ em todo o país, estão instituições como a Casa FloreSer, do Maranhão; a CasaNem, no Rio de Janeiro; o Centro de Acolhimento Ezequias Rocha Rego (CAERR), em Alagoas; a ONG Construindo Igualdade, no Rio Grande do Sul; a Casa Miga, no Amazonas; a Casarão Brasil Associação LGBTI, em São Paulo; entre outras.

As casas de acolhimento foram escolhidas por serem organizações da sociedade civil, grupos, coletivos ou movimentos sociais sem CNPJ, baseados e atuantes em todo território nacional, voltadas à melhoria da qualidade de vida desta parcela da população, especialmente na área da saúde.

A política pública compõe a Estratégia Nacional de Enfrentamento à Violência contra Pessoas LGBTQIA+ e se baseia no reconhecimento de violências e discriminações em razão das condições de gênero e sexuais sofridas pela comunidade. 

O público-alvo são pessoas entre 18 e 65 anos em situação de abandono familiar, com prioridade para indivíduos com vulnerabilidade acrescida por atravessamento de outros marcadores sociais, como os de raça e etnia, território, classe, gênero, idade, religiosidade, deficiência e outros.

  • Mariane Barbosa

    Curiosa por vocação, é movida pela paixão por música, fotografia e diferentes culturas. Já trabalhou com esporte, tecnologia e América Latina, tema em que descobriu o poder da comunicação como ferramenta de defesa dos direitos humanos, princípio que leva em seu jornalismo antirracista e LGBTQIA+.

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