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Yuri Silva é nomeado novo secretário do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial

Ativista do movimento negro baiano assume principal secretaria do Ministério da Igualdade Racial com papel de fortalecer políticas de superação das desigualdades raciais
Imagem de Yuri Silva, nomeado como novo secretário do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial, principal secretaria do Ministério da Igualdade Racial.

Foto: Arquivo Pessoal

24 de maio de 2024

O ativista do movimento negro baiano Yuri Silva foi nomeado como o novo secretário do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir), a principal secretaria do Ministério da Igualdade Racial. A nomeação foi publicada nesta quinta-feira (23) no Diário Oficial da União.

Yuri Silva terá o papel de fortalecer a organização e a articulação da secretaria para a implementação de políticas e serviços destinados a superar as desigualdades raciais no Brasil. Ele já havia ocupado a diretoria de Políticas de Combate e Superação do Racismo na Secretaria de Políticas de Ações Afirmativas, Combate e Superação do Racismo, também no Ministério da Igualdade Racial. Além disso, integrou a equipe de transição do Governo Lula, coordenando o grupo de trabalho sobre igualdade racial.

Natural de Salvador, Yuri Silva é jornalista e ativista antirracista, LGBTQIA+ e defensor dos Direitos Humanos. No movimento negro, foi membro do Operativo Nacional da Convergência Negra, fórum que reúne 14 organizações nacionais e históricas do movimento negro brasileiro, como Unegro, Conen, CEN, MNU, APNs, Quilombação, UNALGBT, Raiz da Liberdade, Circulo Palmarino, MNU, Afro-Origem e ABPN.

Sua atuação também se estende a organizações internacionais voltadas para a promoção dos direitos da população negra, formação de jovens negros periféricos, desenvolvimento econômico de empresários negros e apoio a comunidades tradicionais de terreiros de candomblé e quilombos. Entre essas iniciativas estão Terra Preta, Feira Negros Solidários, Vitrine Cultural e Alvorada dos Ojás.


Yuri Silva é ainda coautor do livro “Ìtọjú– Análises dos mecanismos de preservação da memória e do patrimônio imaterial do Candomblé na Bahia”, que avalia políticas públicas sobre patrimônios negros através de capítulos, artigos e outras produções textuais.

  • Giovanne Ramos

    Jornalista multimídia formado pela UNESP. Atua com gestão e produção de conteúdos para redes sociais. Enxerga na comunicação um papel emancipatório quando exercida com responsabilidade, criticidade, paixão e representatividade.

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