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‘Estrada Aberta’: Max B.O. reverencia Ogum em novo álbum

O rapper paulistano é um ícone no cenário do rap nacional e lança seu terceiro disco
A imagem mostra o rapper Max B.O.

A imagem mostra o rapper Max B.O.

— Redes sociais/Noelia Nájera

2 de junho de 2024

Considerado uma lenda no rap nacional, principalmente em batalhas de rima, Max B.O. agradece e homenageia Ogum em álbum que faz referência ao candomblé. “Estrada Aberta” retrata em nove faixas a importância do rap em sua carreira, vida e um episódio de violência quando escapou de uma chacina na Zona Norte de São Paulo em 1995. 

O terceiro álbum do artista conta com participações de Ajuliacosta, Kamau, Magrão All Favela e Ravi Lobo. O projeto tem como ideia central as estradas, becos e vielas percorridas pelo artista ao longo de sua carreira. A concepção artística do trabalho é pautada na natureza, em parâmetros estabelecidos entre o velho e o novo.

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Em uma publicação nas redes sociais, Max B.O. diz que o álbum foi produzido com base na contemporaneidade e ancestralidade, dedicado exclusivamente ao orixá e busca mostrar como as situações vividas por antepassados se assemelham com as atuais.

“A busca por autoafirmação, o racismo que sofremos, como vemos e como somos vistos. A sonoridade está especialmente conectada com a raiz do rap, voz e batida”, escreveu o rapper em suas redes sociais.

Max B.O foi o primeiro MC de São Paulo a vencer o campeonato nacional de rima e marcou gerações com versos improvisados que ficaram para a história. Foi apresentador do programa “Manos e Minas”, na TV Cultura, a partir de 2010, onde ficou por seis anos. 

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  • Patricia Santos

    Jornalista, poeta, fotógrafa e vídeomaker. Moradora do Jardim São Luis, zona sul de São Paulo, apaixonada por conversas sobre territórios, arte periférica e séries investigativas.

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