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Ministério das Mulheres faz ação contra violência de gênero durante a final da Supercopa do Brasil

Ação realizada na Arena Mané Garrincha alcançou mais de 71 mil pessoas e reforçou ações de conscientização contra o feminicídio
A ação na final da Supercopa do Brasil entre Corinthians e Flamengo, na arena Mané Garrincha, em Brasília, 1 de fevereiro de 2026.

A ação na final da Supercopa do Brasil entre Corinthians e Flamengo, na arena Mané Garrincha, em Brasília, 1 de fevereiro de 2026.

— Reprodução/MM

2 de fevereiro de 2026

O Ministério das Mulheres realizou, no domingo (1), uma mobilização de combate à violência contra a mulher e ao feminicídio durante a final da Supercopa do Brasil, entre Corinthians e Flamengo, na Arena Mané Garrincha, em Brasília. A ação ocorreu em um contexto de recorde de público, com 71.244 torcedoras e torcedores presentes no estádio.

Antes do início da partida, foi realizada uma série de ações da Tenda Lilás, iniciativa itinerante da pasta que promove informação, orientação e mobilização social. Lançada em dezembro de 2025, a iniciativa é voltada à prevenção da violência e ao fortalecimento da rede de proteção às mulheres.

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As ações de conscientização incluíram a distribuição de materiais educativos e a exibição de vídeos nos telões do estádio, com mensagens diretas de enfrentamento à violência de gênero, além da divulgação do Ligue 180, Central de Atendimento à Mulher — serviço nacional gratuito e confidencial.

A secretária-executiva do Ministério das Mulheres, Eutália Barbosa, destacou que a mobilização em um grande evento esportivo amplia o alcance da campanha de prevenção. “É fundamental convocar a sociedade para não silenciar diante da violência, fortalecer a cultura da denúncia e proteger a vida das mulheres”, afirmou em comunicado à imprensa.

A mobilização foi realizada em parceria com o estádio, o Ministério do Esporte e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A campanha integra o conjunto de estratégias do Ministério das Mulheres para fortalecer, em todo o país, a cultura de prevenção à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

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  • Thayná Santana

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