Estão abertas as inscrições para o Visões Lab 2026, laboratório gratuito de desenvolvimento de projetos audiovisuais promovido pelo Festival Visões Periféricas. O programa oferece mentorias de roteiro, direção e produção executiva, além de preparação para pitching e conexão com profissionais do mercado.
O laboratório atende produtoras, produtores independentes, coletivos e empresas do setor. Os interessados devem cadastrar suas propostas no site oficial do festival até 24 de maio.
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Serão selecionados dez projetos de ficção vinculados a periferias, sendo cinco longas-metragens e cinco curtas. Os responsáveis pelos trabalhos escolhidos participarão de uma jornada formativa entre os dias 21 e 26 de julho de 2026. O evento ocorre integralmente on-line, então produtores de todo o país podem participar.
O laboratório oferece um ambiente para o impulsionamento de obras com potencial de realização, circulação e inserção no mercado. O programa também incentiva novas vozes e a ampliação da representatividade das periferias brasileiras no audiovisual.
Ao final da mentoria, cada participante apresenta um pitching para uma banca formada por profissionais do mercado. Os projetos mais bem avaliados recebem prêmios.
“O Visões Lab nasce do desejo de oferecer oportunidades reais para que iniciativas potentes consigam se concretizar, circular e encontrar espaço no circuito audiovisual”, destaca Márcio Blanco, diretor do festival, em material de divulgação.
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Festival Visões Periféricas ocorre no Rio de Janeiro em julho
O Visões Lab acontece em paralelo às atividades do Festival Visões Periféricas 2026. O evento ocorre entre 21 e 26 de julho de 2026 na cidade do Rio de Janeiro.
Criado em 2007, o festival se consolidou como uma das principais plataformas dedicadas ao cinema periférico no Brasil. O evento colocou no centro da curadoria obras realizadas a partir do olhar de cineastas de periferias geográficas, sociais e raciais. A mostra inclui realizadores indígenas, quilombolas e da comunidade LGBTQIA+.
Ao longo de quase duas décadas, o festival ampliou a circulação de narrativas historicamente invisibilizadas. A mostra revelou novos nomes, fortaleceu coletivos e contribuiu para renovar a estética e as formas de apresentar o país no circuito nacional de cinema.
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