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Livro aborda patrimônio filosófico, artístico e espiritual das tradições de matriz africana 

Obra de Ernesto Xavier apresenta os orixás como um patrimônio filosófico, artístico e espiritual que ilumina o presente e inspira novas formas de viver e conviver 
Ilustração da capa do livro "Na trilha dos orixás: Sabedoria ancestral e caminhos de axé no mundo contemporâneo".

Ilustração da capa do livro "Na trilha dos orixás: Sabedoria ancestral e caminhos de axé no mundo contemporâneo".

— Divulgação/lustrablack

13 de junho de 2026

As tradições de matriz africana não pertencem ao passado; pelo contrário, seguem vivas, em movimento, atravessando o presente e iluminando caminhos. É a partir dessa perspectiva que o escritor e jornalista Ernesto Xavier apresenta “Na trilha dos orixás: sabedoria ancestral e caminhos de axé no mundo contemporâneo”, obra que convida o leitor a reconhecer a potência e a atualidade desses saberes. 

No livro, o autor demonstra como o culto aos orixás constitui um patrimônio filosófico, artístico e espiritual que dialoga diretamente com os desafios contemporâneos.

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Ao escapar de visões estereotipadas que relegam culturas não brancas ao campo do exótico ou do ultrapassado, Xavier propõe uma leitura que reposiciona essas tradições como sistemas de pensamento complexos, vivos e profundamente conectados à vida cotidiana. 

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Mais do que apresentar conceitos, Na trilha dos orixás ilumina escolhas, relações e modos de convivência. Os ensinamentos e as histórias dos orixás surgem como ferramentas para pensar ética, comunidade e pertencimento, oferecendo caminhos tanto para a dimensão íntima quanto para a vida em sociedade.

A obra dialoga com leitores que desejam um primeiro contato com o tema, mas também oferece novas perspectivas para aqueles já familiarizados com as religiões de matriz africana. 

Em um contexto marcado por tentativas de apagamento cultural, o livro também se afirma como gesto de resistência e valorização desse saber ancestral. Ao evidenciar a vitalidade dessas tradições, Ernesto Xavier reforça sua relevância como parte essencial da formação cultural e intelectual brasileira. 

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