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Conheça Racheal Kundananji, a jogadora mais cara da história do futebol feminino

A atleta se torna a primeira africana, do feminino e masculino, que quebrou um recorde de transferência entre times de futebol
A imagem mostra a jogadora de futebol zambiana Racheal Kundananji vestindo a camisa da seleção de seu país com o número 17 estampado.

Foto: Reprodução/Redes sociais

17 de fevereiro de 2024

Aos 23 anos, a atleta da Zâmbia, Racheal Kundananji tornou-se a jogadora mais cara da história do futebol. Com contrato até 2027, a zambiana vai jogar no Bay FC, dos Estados Unidos.

De acordo com o jornal espanhol Marca, a atacante foi transferida do Madrid CFF, clube da primeira divisão da Espanha,  por 735 mil euros — R$ 3,9 milhões na cotação atual — a maior quantia já paga por um atleta africano, seja do feminino ou masculino. 

O contrato de Kundananji pode ser estendido por mais um ano e inclui o pagamento de 65 mil euros por metas de gols que cumprir. A jogadora ainda se torna uma das mais bem pagas do futebol feminino. 
Desde a primeira temporada no clube espanhol a atacante mostrou que tem faro de gol ao marcar 27 gols em 31 partidas. No atual clube, fará dupla de ataque com a nigeriana Asisat Oshoala, que estava no Barcelona.

Carreira no futebol

A história de Racheal Kundananji se assemelha a de muitas meninas que sonham em jogar em países com pouco ou nenhum incentivo ao esporte. Quando criança, Racheal só jogava com bolas feitas de plástico e sacos de farinha. Somente quando entrou no Indeni Roses, clube da Zâmbia, a jogadora teve contato com futebol profissional. 

Com 18 anos, a atacante foi jogar no Cazaquistão. Em 2021 foi convocada pela seleção zambiana para disputar os Jogos Olímpicos de 2021. No ano Kundananji  foi contratada pelo Eibar, da Espanha, onde marcou oito gols em 21 partidas. Em 2023 a jogadora foi premiada pelo jornal Marca na categoria Atleta Revelação.

  • Patricia Santos

    Jornalista, poeta, fotógrafa e vídeomaker. Moradora do Jardim São Luis, zona sul de São Paulo, apaixonada por conversas sobre territórios, arte periférica e séries investigativas.

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