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Relação entre gênero e processo de escravização no Brasil é tema de seminário

Evento apresentará pesquisas pioneiras sobre as condições vividas por mulheres negras e indígenas escravizadas
A imagem mostra uma mulher negra carregando seu filho.

Foto: Reprodução / IEA/USP

15 de maio de 2024

O Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo (USP) promoverá, nos dias 28 e 29 de maio, o seminário internacional “Gênero, Escravidão e Liberdade: Perspectivas da Historiografia Brasileira”. No evento, serão apresentados resultados de pesquisas pioneiras sobre a vida de mulheres negras e indígenas escravizadas. 

O propósito do debate é compreender a maneira que mulheres escravizadas foram levadas a desempenhar papéis centrais na produção e reprodução das riquezas escravistas nas Américas. 

O seminário busca estabelecer um diálogo entre as produções científicas acerca de questões relacionadas à maternidade escravizada e às experiências das mulheres negras na escravidão e no processo de emancipação.

Entre os temas que serão discutidos, o instituto destaca a pesquisa que investiga a trajetória de mulheres condicionadas a viver nos cativeiros de propriedades em províncias do Norte e Sudeste, no século 19. As ações de resistência de mulheres indígenas na luta contra a colonização e a escravização também compõem os estudos do encontro.

Serão apresentadas pesquisas nacionais e internacionais sobre as relações entre maternidade, família e trabalho de mulheres de origem africana durante o Brasil Império, além das primeiras abordagens do feminismo por mulheres brancas pertencentes a elite. 

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas por meio do formulário on-line disponível no site do instituto, que apresenta a programação completa do seminário. Será possível acompanhar os dois dias via transmissão ao vivo. O evento conta com certificado para aqueles que participarem presencialmente.

  • Verônica Serpa

    Graduanda de Jornalismo pela UNESP e caiçara do litoral norte de SP. Acredito na comunicação como forma de emancipação para populações tradicionais e marginalizadas. Apaixonada por fotografia, gastronomia e hip-hop.

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