PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Nova fase do Mais Médicos prioriza atendimento nas favelas do Rio

Neste ano, o programa destinou 160 vagas para 36 municípios do estado do Rio de Janeiro
Aglomerado de casas das favelas do Complexo do Alemão, zona norte da cidade do Rio de Janeiro, em 2024.

Aglomerado de casas das favelas do Complexo do Alemão, zona norte da cidade do Rio de Janeiro, em 2024.

— Tânia Rêgo/Agência Brasil

29 de setembro de 2025

A Prefeitura do Rio de Janeiro convocou nesta segunda-feira (29) os profissionais aprovados no programa Mais Médicos, política pública do governo federal voltada para a ampliação do acesso à atenção primária à saúde (APS) em regiões vulneráveis.

Neste ano, o programa destinou 160 vagas para 36 municípios do estado do Rio de Janeiro. Desse total, 62 vagas foram direcionadas a áreas classificadas como de média e alta vulnerabilidade social.

Quer receber nossa newsletter?

Você encontrá as notícias mais relevantes sobre e para população negra. Fique por dentro do que está acontecendo!

Na capital fluminense, as favelas e periferias continuam entre as regiões mais beneficiadas pela iniciativa. Na primeira fase do programa, a região que abrange os bairros da Penha, Olaria, Ramos, Vigário Geral, Ilha do Governador, Complexo da Maré e Complexo do Alemão, todos na Zona Norte, recebeu cerca de 30 médicos, em sua maioria, profissionais cubanos.

Criado há 11 anos, o Mais Médicos tem como foco a fixação de profissionais em áreas remotas, de difícil acesso e com alto índice de vulnerabilidade, fortalecendo a atenção primária, considerada a porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo o Censo do Ministério da Saúde divulgado este ano, mais de 96% das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) em todo o país já contam com médicos em suas equipes, resultado direto da consolidação do programa ao longo da última década.

Com informações do Brasil de Fato 

Apoie jornalismo preto e livre!

O funcionamento da nossa redação e a produção de conteúdos dependem do apoio de pessoas que acreditam no nosso trabalho. Boa parte da nossa renda é da arrecadação mensal de financiamento coletivo.

Todo o dinheiro que entra é importante e nos ajuda a manter o pagamento da equipe e dos colaboradores em dia, a financiar os deslocamentos para as coberturas, a adquirir novos equipamentos e a sonhar com projetos maiores para um trabalho cada vez melhor.

O resultado final é um jornalismo preto, livre e de qualidade.

  • Thayná Santana

Leia mais

PUBLICIDADE

Destaques

Cotidiano