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‘O jornalismo precisa estar comprometido com a transformação’: Festival FALA! debate comunicação de impacto social

Evento em Brasília reúne comunicadores, artistas e pesquisadores para discutir jornalismo de causas, justiça social e desigualdades
Mesa de abertura do FALA!- Festival de Comunicação, Culturas e Jornalismo de Causas.

Mesa de abertura do FALA!- Festival de Comunicação, Culturas e Jornalismo de Causas.

— Reprodução/ Instituto FALA!

3 de outubro de 2025

Nesta sexta-feira (3), a Casa Comum, na Asa Norte do Distrito Federal, recebe o segundo dia do FALA!– Festival de Comunicação, Culturas e Jornalismo de Causas. Com mesas de discussão, oficinas e intervenções artísticas, o evento busca debater temas sociais e o futuro do jornalismo no Brasil.

Até o dia 4 de outubro, o encontro promoverá atividades com pesquisadores, artistas e comunicadores. Com o jornalismo de causas como eixo central, o festival pretende ampliar a discussão sobre justiça social e desigualdades.

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Em nota, o jornalista e editor da Alma Preta, Pedro Borges, destaca que a ocasião é uma construção coletiva, com a participação de pessoas que contribuem para um jornalismo comprometido com a transformação, de diferentes partes do Brasil.

“O Festival FALA!  é momento de estarmos juntos para que a gente possa confabular juntos, e que seja possível pensar em estratégias para o desenvolvimento de conteúdo e para o desenvolvimento de ações para a transformação do Brasil”, destacou. 

A edição deste ano homenageia Nelson Inocêncio, mestre em comunicação e docente da Universidade de Brasília (UnB), e a educadora e musicista Lygia Garcia. Entre os temas, a programação aborda o uso de novas tecnologias, a construção de narrativas, políticas públicas para o setor e o financiamento do jornalismo independente. 

Pela manhã desta sexta-feira, a mesa “Uma cidade para todas as histórias: outras formas de ver e contar o mundo” reuniu os jornalistas Ariel Bentes, Larissa Pontes e Webert da Cruz, em um diálogo sobre narrativas jornalísticas a partir da territorialidade. 

Além do debate, houve a mostra do documentário “Mãe, Mulher e Negra”, de Laís Apolinário, e a oficina ministrada pelo Fundo de Apoio ao Jornalismo, sobre estruturação e viabilização de projetos.

Após a intervenção artística da cantora Prethaís, a segunda mesa do dia debaterá arte e cultura, com a presença dos comunicadores Lindivaldo Júnior, do Ministério da Cultura; Maysa Pereira, da Marcha das Mulheres Negras; Thaiane Miranda, da organização Jovens de Expressão, e os jornalistas Diego Bresani e Luiz Felipe Liazibra. 

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  • Verônica Serpa

    Formada em Jornalismo pela UNESP e caiçara do litoral norte de SP. Acredito na comunicação como forma de emancipação para populações tradicionais e marginalizadas. Apaixonada por fotografia, gastronomia e hip-hop.

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