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USP Ribeirão Preto oferece atendimento odontológico gratuito à população trans

Dados mostram que pessoas trans são mais propensas a desenvolver transtornos mentais, o que afeta os cuidados de higiene bucal
Imagem mostra o sorriso de uma pessoa negra.

Imagem mostra o sorriso de uma pessoa negra.

— Surya Odonto

17 de setembro de 2024

A Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (Forp) da Universidade de São Paulo (USP) implantou nesta semana um projeto chamado DTM Trans, com o objetivo de fornecer atendimento odontológico especializado e eficaz para a população trans. 

A iniciativa  visa superar as barreiras que essa população enfrenta no acesso a cuidados odontológicos, incluindo discriminação, falta de treinamento dos profissionais de saúde e obstáculos socioeconômicos.

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De acordo com o que disse o professor Jardel Francisco Mazzi Chaves, coordenador do projeto, ao Jornal da USP, o preconceito e o estigma dentro dos consultórios odontológicos podem levar a um adiamento ou evitação completa de tratamentos, resultando em condições de saúde bucal mais precárias para os pacientes trans. 

Além disso, a falta de informações sobre a saúde bucal da população trans e os poucos estudos existentes indicam que essa população apresenta condições de saúde bucal piores do que a média geral da população.

O “Boletim Epidemiológico Paulista Atenção integral à população trans: panorama da atuação do cirurgião-dentista na atenção primária à saúde” destaca que a população trans é mais propensa a desenvolver transtornos mentais, o que afeta os cuidados de higiene bucal e condições como a disfunção temporomandibular (DTM) e dor orofacial. Logo, o projeto DTM Trans visa abordar essas questões e fornecer atendimento odontológico especializado e sensível às necessidades da população transgênero.

Os atendimentos do projeto DTM Trans são gratuitos e serão realizados toda sexta-feira, das 9h às 12h, e é voltado, por enquanto, apenas para a população trans de Ribeirão Preto e região. Não há necessidade de inscrição antecipada, apenas chegar no horário de atendimento.

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  • Caroline Nunes

    Jornalista, pós-graduada em Linguística, com MBA em Comunicação e Marketing. Candomblecista, membro da diretoria de ONG que protege mulheres caiçaras, escreve sobre violência de gênero, religiões de matriz africana e comportamento.

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