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Espetáculo gratuito debate masculinidades negras e periféricas em SP

Peça do Àkàsà Coletivo Artístico aborda construção das masculinidades negras, periféricas e LGBTQIAPN+ em diálogo com saberes de religiões afro-brasileiras
O coletivo artístico Àkàsà.

O coletivo artístico Àkàsà.

— Divulgação/Àkàsà Coletivo Artístico

11 de agosto de 2025

O Àkàsà Coletivo Artístico estreia, na próxima quinta-feira (14), na capital paulista, o espetáculo “Entre homens em fuga, meninos que sonham”, que propõe um olhar crítico sobre a construção das masculinidades e seus impactos na vida de homens negros, periféricos e LGBTQIAPN+.

As apresentações são gratuitas e acontecem até dia 17 de agosto no Centro de Referência da Dança, no Centro de São Paulo, e nos dias 23 e 24 no Espaço Cultural Adebankê, no bairro Artur Alvim. 

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Inspirada em culturas populares e saberes dos povos de terreiro, a performance discute como os padrões coloniais e violentos moldam corpos, afetos e relações desde a infância. A peça dá continuidade à pesquisa iniciada em “FUGA, rotas de exaustão”.

A apresentação parte da figura de Zé Pelintra, entidade presente na cosmovisão das religiões afro-brasileiras, para estabelecer um diálogo simbólico com personagens femininas, como as Mariás, as malandras e as pombogiras. 

Com o encontro de personagens, o espetáculo busca criar caminhos de reconstrução e diálogo entre homens e mulheres, tendo a escuta e a memória como eixos principais. 

Serviço | Espetáculo Entre homens em fuga, meninos que sonham

Classificação indicativa: 14 anos

Entrada gratuita

Local: Centro de Referência da Dança – CRD

Galeria Formosa, Baixos do Viaduto do Chá s/n

Praça Ramos de Azevedo – Centro Histórico de São Paulo, SP

Datas: 14, 15, 16 e 17 de agosto

Horários: quinta a sábado às 19h | domingo às 16h

Local: Espaço Cultural Adebankê

Rua Durande, 175 – Artur Alvim, São Paulo – SP

Datas: 23 e 24 de agosto

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  • Verônica Serpa

    Formada em Jornalismo pela UNESP e caiçara do litoral norte de SP. Acredito na comunicação como forma de emancipação para populações tradicionais e marginalizadas. Apaixonada por fotografia, gastronomia e hip-hop.

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