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Alma Preta é premiada por cobertura das Olimpíadas de Paris 2024

Agência especializada na temática racial foi a primeira mídia independente a cobrir os Jogos Olímpicos in loco e de forma credenciada
Imagem mostra atletas correndo.

Atletismo: 16 mulheres negras se classificam para semifinal dos 100m rasos em Paris

— Vinicius Martins/Alma Preta

21 de outubro de 2025

A Alma Preta e a Diversacom, agência de diversidade da Textual Comunicação, receberam o Prêmio Aberje 2025, na categoria regional de Diversidade e Inclusão, pela cobertura realizada nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. 

O Prêmio Aberje reconhece empresas e parceiros que se destacam na Comunicação Corporativa, premiando iniciativas que ampliam o diálogo com os públicos de interesse e geram impactos positivos na sociedade. A premiação, aberta a organizações de todos os portes e regiões do país, busca valorizar estratégias e resultados. 

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Na França, a sócia-diretora da agência Elaine Silva e os jornalistas Solon Neto e Vinícius Martins, cofundadores e também diretores da Alma Preta, formaram a equipe da primeira mídia independente brasileira a cobrir os Jogos credenciada e in loco. Também participaram do grupo o analista de audiência da Alma Preta, William Soriano, e Iacy Correia, à época gerente de redes sociais. 

A cobertura foi repercutida em uma parceria com o Canal Futura, que transmitiu o material diariamente durante o intervalo da programação. 

Em entrevista à Alma Preta, Elaine Silva diz que a vitória representa que o jornalismo feito com diversidade pode, e deve, alcançar todos os espaços. 

“Receber o Prêmio Aberje, pela nossa cobertura das Olimpíadas de 2024, significa muito para a gente. Vai além de um troféu, é o reconhecimento de que as histórias negras, contadas por quem vive essas realidades, têm voz, valor e transformam. Para a Alma Preta, esse prêmio é um passo importante na caminhada por mais representatividade”.

O jornalista e sócio-diretor da DiversaCom, Marcelo Moreira, destaca que a linha editorial da Alma Preta foi essencial para narrar as conquistas das atletas negras em Paris. 

“A cobertura da Alma Preta dos Jogos de Paris proporcionou um momento inédito para o jornalismo brasileiro. As histórias de Rebeca, Rafaella, Bia e tantas outras atletas tiveram emoções diferentes nos textos da AP. E a DiversaCom e a Textual têm um orgulho enorme da parceria que fizemos. Que venham outras coberturas como essa”, afirmou. 

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  • Verônica Serpa

    Formada em Jornalismo pela UNESP e caiçara do litoral norte de SP. Acredito na comunicação como forma de emancipação para populações tradicionais e marginalizadas. Apaixonada por fotografia, gastronomia e hip-hop.

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