Após mais de um mês, a Copa do Mundo de 2026 está chegando ao fim, mas o torneio mundial ficou marcado, sobretudo, pelo protagonismo de jogadores negros de seleções de todas as partes do mundo, que deram um show de futebol e carisma dentro e fora dos campos.
A Alma Preta selecionou 11 perfis de craques que se destacaram ao longo da Copa. Confira a seguir:
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1. Vozinha (Josimar Dias)
Aos 40 anos, o goleiro comandou a seleção de Cabo Verde em uma campanha surpreendente no Mundial, parando ataques de craques de seleções favoritas como Argentina e Espanha.
Sua atuação brilhante fez com que ele caísse nas graças do público brasileiro e saltasse de 50 mil seguidores no Instagram para nada menos que 29,3 milhões até o momento.
2. Sadio Mané
Maior artilheiro da história da seleção de Senegal, Mané se destacou por sua humildade e ativismo social.
O atacante frequentemente rejeita luxos excessivos para financiar construção de escolas, hospitais, postos de saúde e projetos de infraestrutura que ajudam a transformar a realidade de sua terra natal.

3. Yoane Wissa
O atacante foi o autor do primeiro gol da República Democrática do Congo em Copas do Mundo. O feito histórico aconteceu durante a estreia contra Portugal, que terminou empatada em 1 a 1.
Aos 16 anos, quando ainda jogava pelas categorias de base do Châteauroux, Wissa publicou uma carta aberta nas redes sociais, pedindo à imprensa do país que o ajudasse a chegar na seleção.

4. Vini Jr.
Um dos principais jogadores de futebol do mundo, o atacante brasileiro assumiu o protagonismo da seleção canarinha na Copa do Mundo de 2026.
Cria de São Gonçalo (RJ), ele foi o artilheiro do Brasil no torneio com quatro gols marcados, balançando as redes em todas as partidas da fase de grupos e liderando o time até as oitavas de final.

5. Ismaël Koné
Durante a estreia da seleção canadense contra o Catar, Koné sofreu uma grave fratura na perna esquerda após uma dividida no início do segundo tempo.
A lesão tirou o promissor atleta do torneio e gerou desespero dos jogadores e da torcida, que permaneceu em silêncio durante o atendimento médico.

6. Kylian Mbappé
Autor do gol que deu o título à França em 2018, Mbappé manteve o alto nível na edição atual anotando oito gols durante a competição e somando em participações decisivas.
Na Copa, o atacante francês ultrapassou marcas históricas ao se consolidar como o maior artilheiro de seu país em Mundiais e quebrando recordes de gols em fases eliminatórias (mata-mata).

7. Eloy Room
Após sofrer uma dura derrota por 7 a 1 para a Alemanha, o goleiro de Curaçao teve uma atuação lendária no empate em 0 a 0 contra o Equador, quando o país conquistou o primeiro ponto da história no Mundial.
Ele realizou 15 defesas durante os 90 minutos de jogo, estabelecendo um recorde de defesas em uma única partida de Copa do Mundo sem prorrogação.

8. Lamine Yamal
Considerado um dos maiores prodígios do futebol mundial e principal estrela da Espanha, o jovem atacante de 19 anos liderou a campanha do país até a grande final, que ocorre neste domingo (19).
Yamal também chamou atenção fora do gramado. O atacante já manifestou apoio à Palestina e criticou manifestações islamofóbicas de torcedores espanhóis durante um amistoso da seleção espanhola.

9. Jude Bellingham
Bellingham foi o primeiro jogador a marcar dois ou mais gols em jogos consecutivos da fase eliminatória de uma mesma Copa do Mundo desde o grande torneio de Maradona em 1986.
Principal motor da Inglaterra no torneio, o atacante inglês chegou a seis gols marcados, feito que o consolidou como um dos maiores artilheiros da história da seleção inglesa em Mundiais.

10. Zion Suzuki
Primeiro goleiro negro a defender o Japão, Suzuki também se destacou na Copa por suas grandes atuações que levaram a equipe até a fase eliminatória, quando perdeu para o Brasil.
Além do desempenho esportivo, sua presença gerou um importante debate sobre diversidade e representatividade na cultura japonesa.

11. Jérémy Doku
Durante o mundial, Doku virou notícia global ao ser liberado temporariamente pela comissão técnica para viajar a Londres e acompanhar o nascimento de seu primeiro filho, Praise.
Apesar de seu rápido retorno à concentração para continuar defendendo a Bélgica na competição, a decisão gerou debates na imprensa internacional sobre priorizar a família.

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