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Alma Preta ganha prêmio nacional por cobertura das Olimpíadas de Paris

Premiação é considerada histórica para a agência, que se tornou a primeira equipe de mídia negra a realizar a cobertura de um evento olímpico fora do Brasil
Imagem mostra competição de atletismo nos Jogos Olímpicos de Paris 2024.

Imagem mostra competição de atletismo nos Jogos Olímpicos de Paris 2024.

— Vinicius Martins/Alma Preta

9 de dezembro de 2025

A Alma Preta recebeu na segunda-feira (8) o Prêmio Aberje 2025, na categoria nacional de Diversidade e Inclusão, pela cobertura dos Jogos Olímpicos de Paris 2024. A iniciativa foi realizada em parceria com a Diversacom, agência de diversidade da Textual Comunicação.

A agência de jornalismo foi a primeira de mídia negra e independente do Brasil credenciada para cobrir os jogos  in loco, em uma conquista histórica que marcou sua atuação em um evento olímpico

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Antes da etapa nacional, a Alma Preta já havia vencido a fase regional na mesma categoria, voltada a iniciativas que promovem engajamento do público em temas ligados à diversidade por meio de programas, projetos, campanhas e ações de comunicação.

Com 20 categorias, o Prêmio Aberje valoriza projetos e organizações que se destacam na Comunicação Corporativa no país, reconhecendo iniciativas que fortalecem o diálogo com diferentes públicos e geram impacto positivo na sociedade. 

A equipe contou com os jornalistas Solon Neto e Vinicius Martins, cofundadores e também diretores da Alma Preta, a sócia-diretora Elaine Silva, o analista de audiência William Soriano e Iacy Correia, gerente de comunicação.

O conteúdo produzido foi transmitido diariamente e repercutido em parceria institucional com o Canal Futura, durante os intervalos da programação.

Elaine Silva conta que a conquista representa o esforço de ampliar conversas e fortalecer a potência de pessoas negras na construção de novas narrativas.

“Receber este prêmio é mais do que um reconhecimento. É um abraço no caminho que escolhemos trilhar. E, acima de tudo, é a prova de que pessoas negras não existem apenas dentro de histórias de superação. Somos força criativa, somos potência, somos donos de sonhos e conquistas que florescem dos nossos talentos no esporte e em todas as áreas da sociedade”.

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  • Thayná Santana

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