Em 2024, o Brasil atingiu o maior nível internacional de desigualdade na escala Gini, indicador utilizado para medir a disparidade na distribuição de renda ou riqueza de uma população. As informações são do Relatório Global de Riqueza 2025, divulgado pelo banco suíço UBS nesta quarta-feira (18).
O documento aponta o Brasil como o país mais desigual entre todos os 56 analisados, empatado com a Rússia. No índice de Gini, quanto mais próximo de 1, maior a diferença. A pontuação do Brasil foi de 0,86.
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No entanto, o país apresentou um crescimento de 1,6% no grupo de pessoas com fortuna superior a 1 milhão de dólares (R$ 5,5 milhões) em relação a 2023, o que equivale a 433 mil novos milionários.
O Brasil lidera o ranking de países com maior concentração de milionários na América Latina, seguido do México (399 mil). Considerando a listagem internacional, o país ocupa o 19º lugar.
A riqueza média por adulto também cresceu mais de 5% no intervalo analisado, percentual superior ao registrado nos Estados Unidos, França e Japão.