Em um cenário onde imagem e narrativa caminham lado a lado, o criador de conteúdo e artista visual Clayver vem se consolidando como um dos nomes mais promissores da creator economy brasileira. Com uma linguagem autoral marcada pela estética urbana, pelo humor e por referências visuais cinematográficas, o criador tem chamado atenção não apenas pela qualidade técnica de seus conteúdos, mas também pela forma como insere identidade, pertencimento e representatividade negra em suas produções.
Com experiência em direção de arte, design e edição de vídeo, Clayver construiu uma assinatura visual própria, desenvolvendo conteúdos que ultrapassam o entretenimento e se conectam diretamente com comportamento, cultura e vivência.
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Em 2025, tornou-se um dos grandes destaques do mercado de influência, colaborando com marcas renomadas e se destacando pelo alto nível de edição e construção estética.
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Mais do que produzir vídeos visualmente impactantes, o criador utiliza sua presença digital para ampliar discussões sobre identidade racial, ocupação de espaços criativos e a valorização da estética preta dentro da comunicação contemporânea.
“Acredito muito que estética também é discurso. Quando uma pessoa preta ocupa espaços criativos com autenticidade, ela não está apenas criando conteúdo, ela está construindo referência, memória e possibilidade para outras pessoas. Minha linguagem vem muito das ruas, da música, da cultura visual preta e das vivências que me atravessam. Tudo isso faz parte do que entrego artisticamente”, afirma Clayver.
O crescimento de creators negros no ambiente digital também acompanha uma transformação importante dentro do mercado publicitário e da creator economy, que passou a olhar com mais atenção para narrativas conectadas à diversidade, autenticidade e impacto cultural.
Nesse contexto, Clayver surge como um nome que une direção criativa, repertório visual e potência narrativa, traduzindo tendências sem perder originalidade.
“Durante muito tempo, pessoas pretas foram referências culturais sem necessariamente serem reconhecidas como protagonistas criativos. Hoje existe um movimento muito forte de reposicionamento dessa narrativa. Poder ocupar esse lugar sendo quem eu sou, sem precisar apagar minhas referências ou minha identidade, é algo muito importante pra mim”, completa.
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