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Com 14 medalhas em apenas um dia, Brasil lidera mundial de atletismo paralímpico

Delegação brasileira conquistou até o momento 27 medalhas; entre as 14 últimas, ganhas em um único dia, estão os ouros de Ricardo Mendonça, Yeltsin Jacques e Claduiney Batista
Os atletas brasileiros, Julio Cesar Agripino e Yeltsin Jacques no Mundial de atletismo em Nova Déli, em 30 de setembro de 2025.

Os atletas brasileiros, Julio Cesar Agripino e Yeltsin Jacques no Mundial de atletismo em Nova Déli, em 30 de setembro de 2025.

— Reprodução/Cris Mattos/CPB

1 de outubro de 2025

Rumo ao topo do pódio, o Brasil avançou nesta terça-feira (30) ao conquistar 14 medalhas no segundo dia do Mundial de Atletismo Paralímpico, realizado em Nova Déli, na Índia. Com o desempenho, a delegação brasileira se mantém na liderança do quadro geral, somando agora 27 medalhas: sete de ouro, 14 de prata e seis de bronze.

Um dos principais destaques do dia foi o fluminense Ricardo Mendonça, que garantiu o ouro nos 200 metros da classe T37 (paralisia cerebral), com o tempo de 22s77. Na mesma prova, o maranhense Bartolomeu Chaves completou a dobradinha brasileira ao conquistar a prata com 23s10.

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Outra dobradinha do Brasil veio nos 1.500 metros T11 (deficiência visual), com Yeltsin Jacques levando o ouro ao cruzar a linha de chegada em 4min02s02, seguido pelo paulista Júlio César Agripino, que ficou com a prata.

O terceiro ouro do dia veio com Claudiney Batista, campeão no lançamento de disco F56.

A delegação também subiu ao pódio com a maranhense Rayane Soares, que conquistou a prata nos 200 metros T13 (deficiência visual). Foi a oitava medalha da atleta em mundiais. Outra prata veio com o fluminense João Matos Cunha, de apenas 17 anos, o mais jovem da delegação, nos 100 metros T72 (categoria para atletas com deficiência severa nos membros inferiores).

Até o momento, o país somou mais quatro medalhas de bronze. A primeira com o catarinense Edenilson Floriani, no lançamento de dardo F44 (deficiência nos membros inferiores); a segunda com a paulista Giovanna Boscolo, também no dardo F44; a terceira com Fabrício Ferreira, do Mato Grosso do Sul, nos 100 metros T13 (deficiência visual); e a quarta com Verônica Hipólito, também paulista, nos 100 metros T36 (paralisia cerebral).

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  • Thayná Santana

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