PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Amalá de Xangô do terreiro de Mãe Amara é destaque em festival no Recife 

Prato ancestral reconhecido pelo IPHAN como Patrimônio Imaterial será partilhada neste sábado (28) no evento; entrada é gratuita
Maria Helena Mendes Sampaio, iyalorixá do Ilê Obá Aganjú Okoloyá

Maria Helena Mendes Sampaio, iyalorixá do Ilê Obá Aganjú Okoloyá

— Divulgação

27 de junho de 2025

O Terreiro de Mãe Amara realiza neste sábado (28) a primeira edição do Festival Obá N’lú, que celebra o tradicional Amalá de Xangô, prato sagrado das religiões de matriz africana. O evento gratuito acontece no bairro de Dois Unidos, na Zona Norte do Recife, com uma programação voltada à valorização da cultura afro-brasileira.

O festival inclui apresentações de dança, a exibição de um minidocumentário sobre o Balé Ajo Nagô e um cortejo com a bandeira de Xangô. O evento é promovido pelos terreiros Ilê Obá Aganjú Okoloyá, Mãe Amara e o Ilé Ará Abòríxá, com apoio do vereador Marco Aurélio Filho (PV-PE).

Quer receber nossa newsletter?

Você encontrá as notícias mais relevantes sobre e para população negra. Fique por dentro do que está acontecendo!

Reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) como Patrimônio Cultural Imaterial, o Amalá de Xangô é considerado símbolo de fé, resistência e ancestralidade. Servido em celebrações e rituais, o prato  representa os valores da coletividade e da espiritualidade que marcam a tradição Nagô.

“Partilhar o Amalá de Xangô é mais do que oferecer um alimento — é manter viva a energia do orixá, reafirmar nossa identidade e alimentar a memória coletiva com amor e axé”, afirma Maria Helena Mendes Sampaio, iyalorixá do Ilê Obá Aganjú Okoloyá em comunicado a imprensa.

Serviço

Data: Sábado, 28 de junho
Horário: A partir das 17h – Cortejo com a bandeira às 18h30
Local: Bairro de Dois Unidos – Recife

Entrada gratuita

Apoie jornalismo preto e livre!

O funcionamento da nossa redação e a produção de conteúdos dependem do apoio de pessoas que acreditam no nosso trabalho. Boa parte da nossa renda é da arrecadação mensal de financiamento coletivo.

Todo o dinheiro que entra é importante e nos ajuda a manter o pagamento da equipe e dos colaboradores em dia, a financiar os deslocamentos para as coberturas, a adquirir novos equipamentos e a sonhar com projetos maiores para um trabalho cada vez melhor.

O resultado final é um jornalismo preto, livre e de qualidade.

  • Thayná Santana

Leia mais

PUBLICIDADE

Destaques

Cotidiano