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MIR debate Plano Juventude Negra Viva com jovens no Espírito Santo

Formação destacou o plano, em vigor desde 2024, e incentivou a construção coletiva de soluções nos territórios com a juventude negra
O Centro de Referência da Juventude (CRJ), Terra Vermelha, em Vila Velha (ES).

O Centro de Referência da Juventude (CRJ), Terra Vermelha, em Vila Velha (ES).

— Reprodução/Governo do ES

21 de janeiro de 2026

O Ministério da Igualdade Racial (MIR) realizou, na terça-feira (20), uma formação voltada à discussão de políticas públicas e à apresentação do Plano Juventude Negra Viva (PJNV), no Espírito Santo. O evento contou com a participação de consultores, agentes territoriais e estudantes.

A atividade, realizada em parceria com o Centro de Referência da Juventude (CRJ) da Terra Vermelha, no Espírito Santo, teve como objetivo dialogar com jovens sobre a importância da defesa de direitos, das políticas públicas e da participação social no fortalecimento de ações nos territórios.

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Segundo o secretário de Políticas Afirmativas, Combate e Superação do Racismo, Tiago Santana, a elaboração de políticas públicas eficazes depende do diálogo com a juventude negra.

“É dialogando com a juventude negra que a política pública será construída. É nesses espaços de troca de ideias e de compartilhamento de vivências que fortalecemos a consciência e construímos caminhos reais nos territórios que concentram a maior população negra. Sob a liderança da ministra Anielle Franco, esse é o compromisso do governo do Brasil com a juventude negra que vive nas comunidades”, afirmou em nota à imprensa. 

Entre as atividades do evento, os participantes integraram uma roda de diálogo que apresentou metodologias de diagnóstico territorial, como a “árvore de problemas e soluções”, utilizada para orientar os dez eixos do Plano Juventude Negra Viva,  pacote de políticas públicas em vigor desde 2024, que busca reduzir a violência letal e as vulnerabilidades que afetam jovens negros no país.

Com base nessa abordagem, os jovens foram estimulados a analisar os principais desafios de seus territórios e a construir coletivamente soluções viáveis, em articulação com o poder público.

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  • Thayná Santana

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