A Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro (Funarj) aderiu, nesta terça-feira (13), ao Programa de Museus Antirracistas do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos (IPN). A fundação descreveu a adesão como um marco inédito entre os equipamentos culturais do estado, pois incorpora de forma estruturada a perspectiva antirracista nas práticas museais e institucionais.
O programa tem o objetivo de ir além das narrativas expositivas e aplicar essa perspectiva nas políticas de gestão, na formação das equipes e em todas as ações institucionais dos museus participantes. A informação é da Agência Brasil.
Quer receber nossa newsletter?
Você encontrá as notícias mais relevantes sobre e para população negra. Fique por dentro do que está acontecendo!
A adesão envolve seis museus geridos pela Funarj: o Museu Antonio Parreiras e o Museu do Ingá, ambos em Niterói; o Museu Carmen Miranda, no Flamengo, Zona Sul do Rio; a Casa de Oliveira Vianna, em Niterói; a Casa da Marquesa de Santos, em São Cristóvão, Zona Norte do Rio; e a Casa de Euclides da Cunha, em Cantagalo.
A partir da adesão, a Funarj passa a integrar uma rede dedicada à promoção da equidade étnico-racial, à valorização das tradições afro-indígenas e ao fortalecimento de políticas culturais antirracistas.
Na Funarj, o programa contará com seminários, oficinas e ações formativas voltadas à reflexão, ao intercâmbio de experiências e ao fortalecimento de práticas institucionais comprometidas com o enfrentamento ao racismo.
A assessoria de imprensa da fundação afirmou que a ideia central do programa é promover reflexões estruturais e a implementação de mudanças que contribuam de fato para a equidade étnico-racial no setor cultural.
Texto com informaçõesda Agência Brasil.