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Prêmio Grande Otelo anuncia finalistas; ‘O Agente Secreto’ lidera com 18 indicações

Premiação da Academia Brasileira de Cinema completa 25 anos, retoma a categoria de comédia e terá votação popular para escolher o melhor filme brasileiro do ano
A atriz Tânia Maria, caracterizada como Dona Sebastiana em "O Agente Secreto".

A atriz Tânia Maria, caracterizada como Dona Sebastiana em "O Agente Secreto".

— Divulgação/Prêmio Grande Otelo

3 de junho de 2026

A Academia Brasileira de Cinema divulgou na terça-feira (2) a lista dos finalistas do Prêmio Grande Otelo 2026, que marca os 25 anos da principal premiação do audiovisual brasileiro. A cerimônia ocorrerá em 4 de agosto, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com transmissão ao vivo pelo canal da Academia no YouTube e pelo Canal Brasil.

O destaque da edição é “O Agente Secreto“, dirigido por Kleber Mendonça Filho, que lidera a disputa com 18 indicações. O longa concorre em categorias como Melhor Longa-Metragem Ficção, Direção, Roteiro Original, Ator, Atriz Coadjuvante, Ator Coadjuvante, Fotografia, Montagem, Som, Trilha Sonora e Efeitos Visuais.

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Ao anunciar os finalistas, a presidente da Academia Brasileira de Cinema, Renata Almeida Magalhães, destacou o marco alcançado pela instituição. 

“Vinte e cinco anos é fato para comemorar. Estivemos, estamos e estaremos sempre junto com o que o audiovisual brasileiro produz”, afirmou.

Ao todo, a premiação distribuirá 32 troféus entre longas-metragens, curtas-metragens e séries. A maioria das categorias será decidida por um júri composto por profissionais associados à Academia. Já o Grande Otelo de Melhor Filme pelo Júri Popular ficará a cargo do público, por meio de votação aberta no site da entidade.

Neste ano, concorrem ao voto popular os finalistas das categorias de Melhor Longa-Metragem Ficção, Melhor Longa-Metragem Comédia e Melhor Longa-Metragem Documentário. A edição também marca o retorno da categoria Melhor Longa-Metragem Comédia e a criação do prêmio de Melhor Montagem Documentário.

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“O Agente Secreto” lidera disputa

Além de Melhor Longa-Metragem Ficção, “O Agente Secreto” aparece entre os indicados a Melhor Direção para Kleber Mendonça Filho, Melhor Ator para Wagner Moura e Melhor Atriz Coadjuvante para Alice Carvalho e Hermila Guedes.

A produção também domina a categoria de Melhor Ator Coadjuvante, com indicações para Carlos Francisco, Gabriel Leone e Roberio Diógenes.

Entre os concorrentes ao principal prêmio de ficção estão ainda “Homem com H”, de Esmir Filho; “Manas”, de Marianna Brennand; “O Filho de Mil Homens”, de Daniel Rezende; e “O Último Azul”, de Gabriel Mascaro.

Na categoria de direção, Kleber Mendonça Filho disputa o prêmio com Gabriel Mascaro, Marianna Brennand, Esmir Filho e Daniel Rezende.

Entre as atrizes indicadas em longas-metragens estão Camila Pitanga, por “Malês“; Carolina Dieckmann, por “(Des)controle”; Denise Weinberg, por “O Último Azul”; Jamilli Correa, por “Manas”; e Tânia Maria, por “O Agente Secreto”.

Já na disputa de melhor ator aparecem Antonio Pitanga, Ary Fontoura, Irandhir Santos, Jesuíta Barbosa, Rodrigo Santoro e Wagner Moura.

A lista de documentários finalistas reúne “A Queda do Céu”, adaptação da obra de Davi Kopenawa e Bruce Albert; “Apocalipse nos Trópicos”, de Petra Costa; “Hora do Recreio”, de Lucia Murat; “Mambembe“, de Fabio Meira; e “Ritas”, sobre Rita Lee.

Séries e produções para streaming também concorrem

Entre as séries de ficção indicadas estão “Beleza Fatal”, “Cangaço Novo”, “Emergência Radioativa”, “Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente” e “Ângela Diniz: Assassinada e Condenada”.

Nas categorias de atuação para televisão e streaming aparecem nomes como Camila Pitanga, Alice Carvalho, Thainá Duarte, Adriana Esteves, Johnny Massaro, Allan Souza Lima e Ravel Andrade.

A disputa de séries documentais inclui produções como “A Mulher da Casa Abandonada”, “Congonhas: Tragédia Anunciada” e “Cazuza: Além da Música”.


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  • Giovanne Ramos

    Jornalista multimídia formado pela UNESP. Atua com gestão e produção de conteúdos para redes sociais. Enxerga na comunicação um papel emancipatório quando exercida com responsabilidade, criticidade, paixão e representatividade.

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