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Ataque em parceria com os EUA na Somália mata liderança de grupo armado islâmico, diz governo somali

Soldados do exército da Somália participam de treinamento na capital Mogadíscio, 19 de março de 2024

Soldados do exército da Somália participam de treinamento na capital Mogadíscio, 19 de março de 2024

— Amaury Falt-Brown/AFP

4 de janeiro de 2026

No sábado (3), o governo da Somália afirmou que um dos militantes de mais alto escalão do grupo islâmico Al-Shabaab, que teria supervisionado operações que incluem uma tentativa de assassinato do presidente, foi morto em uma operação conjunta com os Estados Unidos no mês passado.

Abdullahi Osman Mohamed Abukar, apelidado de engenheiro Ismail, foi morto em 10 de dezembro em um ataque aéreo no distrito de Jilib, na região de Baixo Juba, disse o ministro da Defesa da Somália, Ahmed Moalim Fiqi, em um comunicado nas redes sociais.

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O Al-Shabaab tem uma trajetória de insurgência contra o Estado somali há cerca de duas décadas.

Abukar, de 43 anos, era um especialista sênior em explosivos e conselheiro próximo do “emir” do grupo, Ahmed Diriye. Ele foi classificado como terrorista pelos EUA e tinha uma recompensa de US$ 5 milhões (cerca de R$ 27 milhões) por sua captura.

“Agradecemos à Agência Nacional de Inteligência e Segurança da Somália (NISA [na sigla em inglês]) por liderar o trabalho de inteligência por trás dessa operação e agradecemos ao governo dos Estados Unidos por providenciar apoio aéreo nesse esforço antiterrorismo”, disse o ministro, conforme o comunicado.

Além de Abukar, outra figura importante do Al-Shabaab, Abdikarim Mohamed Hersi Qorleex, também foi morta na operação, afirmou o chefe da Defesa somali.

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