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Alma Preta realiza cobertura da COP30 em Belém, com foco no racismo ambiental e nos povos tradicionais

Agência de comunicação acompanha o maior encontro global sobre clima com uma cobertura voltada aos impactos do racismo ambiental e as soluções propostas pelos povos indígenas e quilombolas
Pavilhões da COP30.

Pavilhões da COP30.

— Tânia Rêgo/Agência Brasil

10 de novembro de 2025

Nesta segunda-feira (10) em Belém (PA) começou oficialmente a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), encontro global que reúne líderes e chefes de Estado de 79 países.

A Alma Preta está na capital paraense para cobrir o evento da Organização das Nações Unidas (ONU) abordando as negociações climáticas, a repercussão e os eventos promovidos pelos movimentos sociais e de defesa do meio ambiente, bem como os acontecimentos ligados à pauta ambiental na cidade, com foco no racismo ambiental e nas desigualdades.

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A equipe formada por Mariane Barbosa, Fernando Assunção, Pedro Borges, Solon Neto, Vinicius Martins, Elaine Silva e Patrick Silva se dividirá para acompanhar a agenda oficial do evento e a agenda dos movimentos populares, indígenas e quilombolas.

A Alma Preta também faz parte da cobertura colaborativa da Casa do Jornalismo Socioambiental, iniciativa que reúne 21 veículos de jornalismo independente para uma cobertura mais diversa e representativa, dando voz às populações marginalizadas.

O que é a COP?

A COP, ou Conferência das Partes, é um órgão da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês), composta por 197 países. A entidade é o principal espaço deliberativo da ONU para a execução de medidas assumidas pelos países para reverter a crise climática.

O encontro acontece desde 1995 e teve sua primeira edição em Berlim, na Alemanha. Neste ano, a COP chega à sua 30a edição e acontece pela primeira vez no Brasil, em Belém (PA).

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  • Verônica Serpa

    Formada em Jornalismo pela UNESP e caiçara do litoral norte de SP. Acredito na comunicação como forma de emancipação para populações tradicionais e marginalizadas. Apaixonada por fotografia, gastronomia e hip-hop.

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