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Brasil alcança 37 pódios e segura liderança no Mundial de Atletismo Paralímpico

Delegação brasileira continua na primeira colocação no quadro geral de medalhas, faltando dois dias para o final da competição
O paulista Thiago Paulino, recebeu a medalha de prata no lançamento de disco F57, no mundial de atletismo paralítico em Nova Deli, em 2 de outubro de 2025.

O paulista Thiago Paulino, recebeu a medalha de prata no lançamento de disco F57, no mundial de atletismo paralítico em Nova Deli, em 2 de outubro de 2025.

3 de outubro de 2025

A delegação brasileira chegou a 37 pódios no Mundial de Atletismo Paralímpico, que está sendo disputado em Nova Delhi, na Índia. Nesta sexta-feira (3), o paulista Alessandro Silva conquistou a medalha de prata no lançamento de disco F11 (classe para atletas com deficiência visual), ampliando a vantagem brasileira no quadro de medalhas.

O Brasil segue na liderança geral, com 12 ouros, 18 pratas e sete bronzes. A competição se encerra no domingo (5). A China ocupa a segunda posição, com nove ouros, 16 pratas e 13 bronzes, totalizando 38 medalhas. A Polônia aparece em terceiro lugar, com oito ouros e 15 medalhas no total.

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Além de Alessandro, o Brasil teve grandes destaques na quinta-feira (2). A amapaense Wanna Brito manteve o título mundial no arremesso de peso F32 (para atletas com paralisia cerebral) ao estabelecer um novo recorde mundial com a marca de 8,49 metros.

Outro ouro veio com a piauiense Antônia Keyla, que brilhou nos 1.500m T20 (deficiência intelectual). Ela completou a prova em 4min19s22, também quebrando o recorde mundial. A polonesa Barbara Bieganowska-Zajac, antiga recordista e multicampeã, ficou com a prata, com o tempo de 4min29s60.

O país ainda conquistou mais duas medalhas de prata. O paulista Thiago Paulino ficou em segundo lugar no lançamento de disco F57 (categoria para atletas que competem sentados), enquanto Thomaz Ruan foi prata nos 400m T47 (deficiência nos membros superiores).

Mais cedo, o Brasil havia garantido dois ouros nos 400 metros, com Bartolomeu Chaves (classe T37) e Maria Clara Augusto (classe T47). 

Campanhas históricas

O Brasil está perto de superar sua melhor campanha da história em mundiais de Atletismo Paralímpico, registrada em Kobe 2024, no Japão. Na ocasião,  a delegação brasileira terminou em segundo lugar no quadro geral, atrás apenas da China. Foram 42 medalhas ao todo, com 19 ouros, 12 pratas e 11 bronzes, representando o maior número de ouros da história brasileira na competição.

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  • Thayná Santana

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