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Camila e Antônio Pitanga falam sobre identidade negra em novo episódio de Mano a Mano

Em novo episódio, podcast de Mano Brown recebe a Camila e Antônio Pitanga para um diálogo sobre ancestralidade, cultura e comunidade negra
Mano Brown, Camila e Antônio Pitanga em novo episódio de Mano a Mano.

Mano Brown, Camila e Antônio Pitanga em novo episódio de Mano a Mano.

— Divulgação/Spotify

22 de agosto de 2025

O podcast Mano a Mano lançou um novo episódio com a participação de Camila e Antônio Pitanga. Ao lado de Mano Brown e da apresentadora Semayat Oliveira, os artistas discutem identidade, ancestralidade e o papel da arte na preservação da memória negra no Brasil. 

No diálogo, a atriz reforçou a importância do reconhecimento da própria história e a celebração como forma de resistência e destaca que a cultura funciona como um espaço de encontro e pluralidade. 

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Com uma troca de vivências de todos os participantes, o episódio também aprofundou temas referentes ao colorismo e a identidade racial.

“Eu não me chamo de parda. Eu nunca me achei parda! Tendo essa ancestralidade forte e clara no meu horizonte, na minha raiz, sei que quando a gente sabe de si, a gente se coloca com força para o mundo, não precisa do outro para reconhecer, para se validar: você é”, destacou Camila Pitanga em trecho do episódio.

O programa destacou o lançamento do filme Malês, dirigido por Antônio Pitanga e com estreia marcada para 2 de outubro. O longa, que retrata a Revolta dos Malês, marca o retorno de Pitanga à direção após 46 anos.

Rodado na Bahia e no Rio de Janeiro, o filme apresenta personagens históricos, como o líder muçulmano Pacífico Licutan, interpretado por Antônio Pitanga, além de figuras ficcionais que atravessam o processo da revolta. 

“A contribuição do Malês vem nesse olhar para o que a história não conta, mas continuando a história que o Pitanga quer contar, que o povo do Pitanga quer contar, que o Mano Brown quer contar”, completou a atriz. 

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  • Verônica Serpa

    Formada em Jornalismo pela UNESP e caiçara do litoral norte de SP. Acredito na comunicação como forma de emancipação para populações tradicionais e marginalizadas. Apaixonada por fotografia, gastronomia e hip-hop.

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