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Curso gratuito de letramento racial para servidores e sociedade civil é lançado pelo governo federal

O curso é aberto ao público e oferece 30 horas de formação em letramento racial aplicado ao setor público
A imagem mostra a sombra de uma mulher negra, de perfil.

A imagem mostra a sombra de uma mulher negra, de perfil.

— Marcelo Camargo/Agência Brasil

4 de junho de 2025

Os ministérios da Igualdade Racial (MIR) e dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) lançaram, na última terça-feira (3), o curso virtual “Letramento Racial Aplicado ao Setor Público”. A formação é gratuita, aberta ao público e está disponível na plataforma da Escola Virtual de Governo (EV. G).

A iniciativa integra o Programa Nacional de Educação Continuada em Direitos Humanos (PNEC-DH) e tem como objetivo a capacitação de servidores e gestores públicos das esferas Federal, Estadual e Municipal, além dos profissionais da sociedade civil.

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Com módulos voltados à compreensão dos conceitos fundamentais do combate ao racismo e da promoção da igualdade racial, o curso possui carga horária de 30 horas e oferecerá certificado aos participantes.

A formação apresenta materiais que abordam a história do racismo no Brasil e análise de dados sobre desigualdades raciais em áreas como educação, saúde, segurança pública e mercado de trabalho.

As aulas incluem fundamentação teórica, estudos de caso e simulações práticas para auxiliar a adoção de condutas antirracistas em diferentes contextos institucionais.

Para Tatiana Silva, diretora de Avaliação, Monitoramento e Gestão da Informação (Damgi) da Secretaria de Gestão do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Senapir), a ação é estratégica para transformar o serviço público no Brasil.

“Ao compreendermos como as desigualdades raciais foram historicamente construídas, desde a escravidão até os dias atuais, podemos atuar com maior efetividade na formulação de políticas públicas inclusivas”, declarou Silva em nota à imprensa.

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  • Verônica Serpa

    Formada em Jornalismo pela UNESP e caiçara do litoral norte de SP. Acredito na comunicação como forma de emancipação para populações tradicionais e marginalizadas. Apaixonada por fotografia, gastronomia e hip-hop.

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