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Evento destaca protagonismo de mulheres negras e indígenas na comunicação antirracista

Encontro será realizado nos dias 20 e 21 de novembro, no Rio de Janeiro, e reúne debates com Erika Hilton, Conceição Evaristo e Eliane Potiguara
A escritora, educadora e ativista Eliane Potiguara.

A escritora, educadora e ativista Eliane Potiguara.

— Reprodução/Tânia Rêgo/Agência Brasil

20 de novembro de 2025

A Casa Museu Eva Klabin, no Rio de Janeiro, recebe nesta quinta (20) e sexta-feira (21) a segunda edição do “Comunicação Antirracista – Vozes Femininas Negras e Indígenas em Diálogo Pela Transformação”. 

O evento gratuito propõe discutir o silenciamento históricos das mulheres e fortalecer suas narrativas a partir de uma programação que inclui painéis, oficinas, visitas mediadas e apresentações artísticas.

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A edição deste ano busca reconhecer mulheres negras e indígenas como protagonistas da produção cultural e do debate público. Entre as convidadas, estão a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) e as escritoras Conceição Evaristo, Eliane Potiguara, Vilma Melo e Thalma de Freitas. 

“Este evento nasce do compromisso em criar projetos que dialogam criticamente com o nosso tempo. Cientes dos privilégios e da dívida histórica que carregamos como sociedade, entendemos que nosso papel social é o de usar esta oportunidade como plataforma de escuta e de reparação, onde o protagonismo da fala é intencionalmente dedicado às mulheres negras e indígenas”, explica Davi de Carvalho, idealizador do projeto, em nota à imprensa.

A programação será distribuída em dois dias e contará com conferência de abertura, painéis, além de apresentações e oficinas artísticas destinadas a estudantes da rede pública. A agenda também inclui visitas mediadas abertas ao público, articulando acervo, memória e reflexão crítica sobre raça, gênero e território.

Para participar, os interessados devem reservar o ingresso no site.

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  • Verônica Serpa

    Formada em Jornalismo pela UNESP e caiçara do litoral norte de SP. Acredito na comunicação como forma de emancipação para populações tradicionais e marginalizadas. Apaixonada por fotografia, gastronomia e hip-hop.

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