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Fiocruz e Museu da Maré debatem papel das culturas amefricanas no patrimônio brasileiro

Evento da Fiocruz debate herança cultural amefricana nos patrimônios materiais e imateriais do Brasil
Castelo Mourisco, sede da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em Manguinhos.

Castelo Mourisco, sede da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em Manguinhos.

— Reprodução/Fernando Frazão/Agência Brasil

11 de agosto de 2025

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Museu da Maré promovem, nos dias 13 e 14 de agosto, no Rio de Janeiro, o 1º Encontro sobre Patrimônios Periféricos, ação voltada a debater o papel dos patrimônios materiais e imateriais das culturas amefricanas na formação histórica do Brasil. 

A programação foi organizada por três mestras formadas pelo Programa de Pós-Graduação em Preservação e Gestão do Patrimônio Cultural das Ciências e da Saúde (Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz) e pela Estratégia de Desenvolvimento Territorial Fiocruz-Maré.

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Para as organizadoras, a invisibilização dessas culturas permanece presente nos processos educativos, mesmo com a existência de legislações federais que preveem sua valorização.

“Qual o papel das culturas ancestrais na produção de vida e saúde das aldeias e quilombos, periferias e cidades? O que é considerado patrimônio em tempos de crise climática e esgotamento de recursos naturais? Estas serão algumas das questões debatidas”, afirmou a educadora e doutora em Saúde Pública Márcia Lenzi, da Estratégia Territorial Fiocruz-Maré, em nota

O encontro contará com representantes do Arquivo Nacional, do Instituto dos Pretos Novos, Aldeia Maracanã, do Centro de Documentação e Imagem da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (Cedim/UFRRJ) e da Universidade Federal Fluminense (UFF).

A primeira etapa será realizada no Museu da Maré, na Avenida Guilherme Maxwell, na capital fluminense, das 9h às 16h. No dia seguinte, as atividades ocorrerão no Museu da Vida, da Fiocruz, na Avenida Brasil, das 9h às 15h.

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  • Verônica Serpa

    Formada em Jornalismo pela UNESP e caiçara do litoral norte de SP. Acredito na comunicação como forma de emancipação para populações tradicionais e marginalizadas. Apaixonada por fotografia, gastronomia e hip-hop.

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