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Frente Nacional de Mulheres no Hip Hop lança edital para combater violência de gênero

Ação visam promover a equidade de gênero e fortalecer a conscientização para garantir o acolhimento de mulheres em situações de risco
Mulheres integrantes da Frente Nacional de Mulheres no Hip Hop.

Mulheres integrantes da Frente Nacional de Mulheres no Hip Hop.

— Divulgação/Frente Nacional de Mulheres no Hip Hop

8 de julho de 2025

A Frente Nacional de Mulheres no Hip Hop ( FNMH2) vai lançar nos dias 8 e 9 de julho o Edital de Premiação para Mulheres do Hip Hop durante uma reunião em  Brasília (DF). A iniciativa contará com a participação de representantes do projeto  e do governo federal e foi construída coletivamente com o Ministério das Mulheres, sob a gestão da ministra Márcia Lopes.

 O edital é fruto do Fórum Nacional para a Elaboração de Políticas Públicas para as Mulheres do Movimento Hip Hop, instituído em outubro de 2023. O fórum visa enfrentar a misoginia, promover a equidade de gênero e fortalecer o protagonismo feminino na cultura hip hop.

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Já no dia 15 de julho, a FNMH2 participará da assinatura do Pacto Ninguém Se Cala, nobairro do Paraíso, em São Paulo. A ação é realizada em parceria com o Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) localizado no para promover a conscientização e o enfrentamento da violência contra a mulher em bares, casas noturnas, restaurantes, casas de espetáculos, eventos e espaços similares.

Criado em novembro de 2023 pelo MPSP e pelo MPT, o pacto busca fortalecer a implementação de legislações que garantam proteção e acolhimento a mulheres em situação de risco, vítimas de assédio, abuso, importunação ou qualquer outra forma de violência.

De acordo com a FNMH2, a iniciativa representa a concretização de uma luta iniciada em 2010, com a criação do coletivo a partir de uma carta de intenções que, desde então, vem ganhando forma institucional.

 “A criação do fórum, o lançamento do edital e a assinatura do pacto não são apenas marcos institucionais. São conquistas da luta coletiva, da organização política e da força das mulheres do hip hop, que seguem fazendo cultura e política nos territórios, nas redes e nas ruas”, afirmou Iza Negratcha, presidenta da FNMH2.

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  • Thayná Santana

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