A Corregedoria da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMSP) liberou três policiais militares envolvidos em mortes durante abordagens para retornar às atividades de patrulhamento urbano na capital paulista. As informações foram divulgadas pelo jornal Folha de S.Paulo nesta terça-feira (10).
Segundo os dados da PM, obtidos pelo jornal por meio da Lei de Acesso à Informação, os agentes possuem envolvimento nos casos da morte do menino Ryan, quatro anos, morto durante uma ação em Santos (SP); de Marco Aurélio Cárdenas, de 22 anos, encurralado e baleado à queima-roupa e de um idoso de 70 anos, sem identidade revelada, morto por um PM na Zona Leste de São Paulo.
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Os policiais militares Guilherme Augusto Macedo e Bruno Carvalho do Prado retornaram aos seus cargos na corporação. O Ministério Público de São Paulo (MPSP) e a Polícia Civil solicitaram a prisão de Macedo, mas o pedido foi negado pela Justiça. O processo segue em segunda instância.
De acordo com a reportagem, o Inquérito Policial Militar (IPM) foi concluído e entregue ao Tribunal de Justiça Militar (TJM). Ainda houve um procedimento administrativo para investigar possíveis excessos de conduta dos investigados.
Conforme informações da Corregedoria, os agentes retomaram as atividades seis meses após os casos, apesar do anúncio de que seriam afastados.
À imprensa, Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP) confirmou a liberação dos policiais. Em nota, o órgão informou que todos estão atuando em funções administrativas em suas unidades de origem.