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Policial civil atira com fuzil em operários e fica em prisão domiciliar

Fernando Augusto Diniz disparou contra operários de uma obra em Contagem (MG) e está com tornozeleira eletrônica
Viaturas da Polícia Civil de Minas Gerais.

Viaturas da Polícia Civil de Minas Gerais.

— Reprodução/Polícia Civil de Minas Gerais

21 de outubro de 2025

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) decretou, na segunda-feira (20), a prisão domiciliar do policial civil Fernando Augusto Diniz, preso em flagrante após usar um fuzil para atirar contra trabalhadores de uma obra no município de Contagem.

O caso ocorreu na última sexta-feira (17), quando o policial invadiu a obra com um fuzil 556, considerado uma arma de guerra. O homem mandou os três trabalhadores deitar no chão e atirou em seguida. 

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No local, foi achado um cartucho de munição. Duas vítimas foram baleadas e levadas ao Hospital Municipal. A terceira pessoa foi atingida de raspão na cintura e não precisou de atendimento médico. 

O pai de Diniz, que mora ao lado do canteiro de obras, havia registrado um boletim de ocorrência contra a empreiteira. À Agência Brasil, ele, que não foi identificado, declarou que a empresa praticava atos irregulares, sem mais detalhes sobre as alegadas irregularidades.

A decisão do juiz Marco Calazans Guimarães considerou que o policial é réu primário e determinou o uso de tornozeleira eletrônica. O magistrado destacou que, a princípio, não houve a intenção do homem matar as vítimas, pois, caso houvesse a intenção, “teria concretizado o seu intento com facilidade”.

Texto com informações da Agência Brasil.

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  • Verônica Serpa

    Formada em Jornalismo pela UNESP e caiçara do litoral norte de SP. Acredito na comunicação como forma de emancipação para populações tradicionais e marginalizadas. Apaixonada por fotografia, gastronomia e hip-hop.

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