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Projeto lança mapa da memória negra em Olinda (PE)

Iniciativa busca ampliar o acesso ao conhecimento sobre o patrimônio afro-brasileiro, reunindo informações em linguagem acessível e estimulando novas formas de circulação e leitura da cidade
Site cataloga pontos de memória negra da cidade de Olinda, em Pernambuco.

Site cataloga pontos de memória negra da cidade de Olinda, em Pernambuco.

— Divulgação/Assessoria de imprensa

5 de julho de 2026

O website “Mapeamento dos Lugares de Memórias Afrodiaspóricos em Olinda-PE”, projeto idealizado pela pesquisadora e produtora cultural olindense Mônica Nogueira, reúne informações históricas, fotografias e a localização de espaços que marcam a presença, a resistência e a ancestralidade dos povos de matriz africana no município

A iniciativa contou com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), com apoio do Ministério da Cultura, Governo Federal e Prefeitura de Olinda e contribui para a valorização das narrativas históricas ligadas às populações negras e para o fortalecimento da memória coletiva da cidade.

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A proposta do trabalho é ampliar o acesso ao conhecimento sobre o patrimônio afro-brasileiro de Olinda, reunindo informações em linguagem acessível e estimulando novas formas de circulação e leitura da cidade. 

Leia mais: Levantamento mapeia 100 lugares fundamentais para a memória negra e africana no Brasil

A plataforma atua como ferramenta educativa para estudantes, professores, pesquisadores e interessados na história local e apresenta um mapa interativo que guia o público por diferentes pontos da cidade, desde marcos naturais e espaços religiosos até locais históricos e culturais, evidenciando como a presença africana está profundamente ligada à formação social, cultural e espiritual de Olinda. 

Entre os lugares catalogados estão o Baobá da Praça do Fortim do Queijo, Fortim, o Mercado da Ribeira, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, no bairro do Bonsucesso, além de outros pontos que podem ser conhecidos na plataforma. 

A partir do site, é possível percorrer ruas, ladeiras e praças reconhecendo também os marcos da presença africana que ajudaram a formar a identidade cultural do município.

Confira aqui.

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