PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Núbia inicia turnê nacional e reforça presença feminina no reggae

Cantora maranhense apresenta o álbum “Sabores” e reflete sobre trajetória, identidade e desafios no reggae
A cantora Núbia.

A cantora Núbia.

— Divulgação/Natura Musical

29 de março de 2026

A cantora maranhense Núbia deu início à turnê nacional do álbum “Sabores”, marcando uma nova etapa em sua trajetória do reggae brasileiro. Com dez anos de carreira, a artista se consolidou como uma das vozes em ascensão no gênero. 

A artista, natural de São Luís, ganhou visibilidade em festivais de música independente e ampliou seu alcance com o lançamento de “Sabores”, que obteve mais de 1 milhão de execuções nas plataformas digitais. 

Quer receber nossa newsletter?

Você encontrá as notícias mais relevantes sobre e para população negra. Fique por dentro do que está acontecendo!

A obra destaca participação com outras artistas mulheres, apresentando uma diversidade de sonoridades dentro do reggae. Em nota à imprensa, a artista reflete sobre as barreiras estruturais presentes no gênero, historicamente dominado por homens. 

Segundo Núbia, a inserção de mulheres no cenário ainda enfrenta desafios ligados a desigualdades de gênero, mas tem avançado por meio da produção artística e da ocupação de diferentes espaços na cadeia criativa.

“A gente ainda enfrenta muitas dificuldades, são muitos enfrentamentos, são desafios estruturais mesmo, dificuldades do patriarcado”, diz.
A cantora também destaca a importância de discutir o tema a partir de uma perspectiva interseccional. Mulher negra e lésbica, ela aponta que questões de gênero, raça e sexualidade atravessam sua experiên

Apoie jornalismo preto e livre!

O funcionamento da nossa redação e a produção de conteúdos dependem do apoio de pessoas que acreditam no nosso trabalho. Boa parte da nossa renda é da arrecadação mensal de financiamento coletivo.

Todo o dinheiro que entra é importante e nos ajuda a manter o pagamento da equipe e dos colaboradores em dia, a financiar os deslocamentos para as coberturas, a adquirir novos equipamentos e a sonhar com projetos maiores para um trabalho cada vez melhor.

O resultado final é um jornalismo preto, livre e de qualidade.

  • Verônica Serpa

    Formada em Jornalismo pela UNESP e caiçara do litoral norte de SP. Acredito na comunicação como forma de emancipação para populações tradicionais e marginalizadas. Apaixonada por fotografia, gastronomia e hip-hop.

Leia mais

PUBLICIDADE

Destaques

Cotidiano