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‘Esperanças e Zabelês’: projeto do Piauí discute proteção das mulheres em territórios tradicionais

A iniciativa piauiense busca promover a equidade de gênero e combater qualquer forma de violência contra esse grupo
A imagem mostra mulheres em uma reunião do projeto "Esperanças e Zabelês", na última quinta-feira (15), no Ceará. Iniciativa promove políticas públicas para mulheres que vivem em comunidades tradicionais e terreiros.

Foto: Sempo

18 de fevereiro de 2024

A Secretaria das Mulheres do Piauí (Sempi) realizou nesta quinta-feira (15) uma reunião para discutir o projeto “Esperanças e Zabelês”, voltado para povos tradicionais e de terreiros do estado. O encontro, o quarto deste ano, teve como objetivo finalizar a elaboração do projeto em parceria com a Secretaria de Segurança Pública e o Instituto da Regularização Fundiária e do Patrimônio Imobiliário do Estado do Piauí (Interpi), para sua implementação a partir de março, começando por Piripiri.

Durante a reunião, foram discutidas estratégias para o desenvolvimento de políticas específicas para as mulheres dessas comunidades, considerando a opressão histórica e o machismo enraizado. A diretora de Povos e Comunidades Tradicionais do Interpi, Rosymaura Duarte, destacou a necessidade de intervenções específicas diante das comunidades vulneráveis, ressaltando a importância de uma abordagem conjunta para enfrentar essa realidade.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP-PI) também está envolvida no projeto, visando a segurança das mulheres nessas comunidades, ainda pouco assistidas pelo Estado. A coordenadora de Proteção às Mulheres da SSP, Tatiane Seixas, destacou a intenção de compreender como essas comunidades lidam com situações de violência.

“A nossa intenção é ir às comunidades, compreender como eles lidam internamente com essas situações de violência e o que que eles reconhecem como situação de violência”, frisa Tatiane em declaração.

A delegada Bruna Fontenele, diretora do Departamento Estadual de Proteção à Mulher, ressaltou a importância de levar mais informações e atendimentos às comunidades tradicionais, alinhando com as forças de segurança e Secretaria das Mulheres como será essa abordagem.

A participação da Sempi no projeto, segundo nota pública, é essencial para assegurar a elaboração de políticas públicas eficazes voltadas para as mulheres nas comunidades tradicionais do Piauí. 

Como órgão responsável por promover a igualdade de gênero e combater a violência contra as mulheres, a Sempi desempenha um papel estratégico na orientação das ações do projeto, buscando promover a equidade de gênero e combater qualquer forma de violência contra as mulheres.

  • Giovanne Ramos

    Jornalista multimídia formado pela UNESP. Atua com gestão e produção de conteúdos para redes sociais. Enxerga na comunicação um papel emancipatório quando exercida com responsabilidade, criticidade, paixão e representatividade.

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