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Livro conta participação e pertencimento das crianças na Umbanda

A obra explora como a presença das crianças foi historicamente invisibilizada nos cultos das Umbandas e incentiva um aprofundamento sobre a participação e a importância das infâncias nessa tradição
Na foto, candomblecistas se reúnem no terreiro Ilê Axé Icimimó Aganjú Didê.

Terreiro Ilê Axé Icimimó Aganjú Didê.

— Reprodução/Redes Sociais

10 de novembro de 2024

Com a autoria de Thais Stephanie da Costa, Ellen de Lima Souza e Sidnei Barreto Nogueira, o livro “Vamos Brincar de Roda? Eremizar as Culturas Infantis nas Umbandas” apresenta um olhar inédito sobre a participação e pertencimento das crianças nos terreiros de Umbanda.

A obra explora como a presença das crianças foi historicamente invisibilizada nos cultos das Umbandas e incentiva um aprofundamento sobre a participação e a importância das infâncias nessa tradição. Ao longo dos capítulos, os autores revelam como a narrativa de pertencimento das crianças nos terreiros sofreu tentativas de apagamento em nome de uma identidade de Umbanda distanciada de suas raízes africanas e que culminou em um apagamento do pertencimento das crianças nos terreiros.

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O livro destaca também o papel da oralidade e musicalidade como práticas culturais das Umbandas. As cantigas de erês se apresentam como fonte de transmissão dos saberes ancestrais relacionados às crianças, reforçando como a linguagem demonstra  a conexão com a ancestralidade africana e com elementos da cultura afro-brasileira.

Além disso, a publicação apresenta o Festejo de Cosme, Damião e Doun sob a dimensão brincante dos terreiros, ao revelar como as crianças ressignificam o espaço do terreiro, transformando-o em um território brincante. 

O livro, publicado pela Editora Pedro & João, segue em pré-venda até o dia 6 de dezembro e toda renda será direcionada a manutenção do Terreiro de Umbanda Nossa Senhora da Conceição, localizado em Poços de Caldas, Sul de Minas Gerais, onde a pesquisa foi realizada.

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