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Benim alerta para falsas ofertas de adoção de crianças em plataformas digitais

Autoridades reforçam que apenas o procedimento legal conduzido pelo Estado é válido e pedem denúncia de conteúdos suspeitos na plataforma TikTok
Georgette Evelyne Amen Y. QUENUM, presidente da Autoridade Central em Matéria de Adoção Internacional na República do Benim (ACAIB).

Georgette Evelyne Amen Y. QUENUM, presidente da Autoridade Central em Matéria de Adoção Internacional na República do Benim (ACAIB).

— Reprodução/Redes Sociais

16 de fevereiro de 2026

O Ministério dos Assuntos Sociais e da Microfinança do Benim emitiu um alerta sobre a circulação de falsas ofertas de adoção de crianças em plataformas digitais, com ocorrências identificadas especialmente na rede social TikTok. A informação é de um comunicado assinado pela presidente da Autoridade Central em Matéria de Adoção Internacional na República do Benim (ACAIB), Georgette Evelyne Amen Y.

A ACAIB, estrutura vinculada ao ministério, denuncia a atuação de indivíduos ou estruturas não autorizadas que propõem ilegalmente crianças para adoção. O órgão lembra que é a única instituição legalmente habilitada para conduzir o procedimento administrativo de adoção internacional no país. A fase judicial do processo é de responsabilidade exclusiva das jurisdições competentes.

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O comunicado enfatiza que nenhuma adoção pode ser validamente iniciada fora do quadro legal estabelecido. As autoridades consideram que as ofertas fraudulentas configuram tentativas de estelionato e expõem crianças a riscos de tráfico e exploração, em violação às leis nacionais e às convenções internacionais ratificadas pelo Benim.

O ministério assegura que todas as providências necessárias foram adotadas para garantir a proteção das crianças em todo o território nacional e no ambiente digital. Os serviços competentes estão mobilizados para identificar e desmantelar as redes envolvidas nessas práticas.

Medidas judiciais e mobilização dos serviços

O governo declarou que autores e cúmplices dessas práticas podem responder judicialmente, de acordo com as leis em vigor. As autoridades competentes se reservaram o direito de adotar, sem demora, todas as medidas judiciais necessárias.

O Ministério dos Assuntos Sociais e da Microfinança também afirmou que mantém dispositivos de monitoramento ativos para assegurar a proteção de crianças e adolescentes diante do uso indevido de plataformas digitais.


A população foi orientada a adotar postura de vigilância e a denunciar qualquer tentativa suspeita de adoção fora dos canais oficiais. As denúncias podem ser feitas junto aos serviços competentes ou por meio da linha gratuita 138, a Linha de Assistência à Criança (LAE), criada para receber alertas relacionados à proteção de menores.

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  • Giovanne Ramos

    Jornalista multimídia formado pela UNESP. Atua com gestão e produção de conteúdos para redes sociais. Enxerga na comunicação um papel emancipatório quando exercida com responsabilidade, criticidade, paixão e representatividade.

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